Ela é um símbolo para o futebol feminino brasileiro, recodista pela seleção canarinho, presente em todos os campeonatos disputados pela equipe nacional e única jogadora no mundo a estar presente em todas as edições olímpicas do futebol feminino. Formiga, 38, pode até não ser craque como Marta, mas a volante tem justificativas de sobra para receber a Bola de Prata, tornando-se a primeira mulher laureada na história do troféu.