Comitê organizador nega manipulações no sorteio dos grupos da Copa: 'Todo mundo viu'

EFE
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Alexei Sorokin, diretor-geral do comitê organizador
Alexei Sorokin, diretor-geral do comitê organizador

O presidente do comitê organizador da Copa do Mundo do ano que vem, Alexey Sorokin, negou nesta segunda-feira possíveis manipulações no sorteio dos grupos da competição, realizado na última sexta no Palácio do Kremlin.

"Todo mundo viu como o sorteio foi realizado e quem o organizou. Eu não tenho dúvida alguma em relação à transparência do procedimento" disse Sorokin à agência de notícias russa "Interfax".

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O dirigente chamou de "lendas" os comentários sobre a possível existência de bolas quentes que ajudariam a Fifa a manipular a definição das chaves do Mundial. "A transparência dos sorteios é comprovada sempre. Há muito tempo que ninguém faz isso (uso de bolas quentes), se é que fez alguma vez", destacou.

"As bolas ficam guardadas em uma sala especial, e o status das pessoas que participaram do sorteio falam por si só sobre a sua absoluta honestidade", completou.

Surgiram suspeitas quanto à lisura do sorteio depois que a anfitriã Rússia caiu em um grupo considerado fácil, com Uruguai, Arábia Saudita e Egito. Sorokin garantiu haver apenas uma explicação para isso, a boa sorte.