A coroação da ‘segunda era’ da SK: as lendas do PGL Kraków Major de ‘Counter-Strike’

Roque Marques/ESPN.com.br

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Brasileiros são franco favoritos a conquistar o tri no major
Brasileiros são franco favoritos a conquistar o tri no major

Estamos há poucas horas do PGL Kraków Major. A competição começa neste domingo (15), às 6h, e pode colocar os brasileiros da SK Gaming em um novo patamar e ser a cereja do bolo da chamada “segunda era” de Gabriel “FalleN” Toledo e companhia.

Chegando a competição embalada por três títulos consecutivos, a SK quer se tornar a segunda equipe tricampeã de um major, cravando seu nome ainda mais fundo na história do Counter-Strike.

O caminho, porém, não será fácil. Além da Immortals e das demais desafiantes, ainda há outras sete equipes “Legends” - lendárias, em português -, prontas para impedir que os brasileiros possam conquistar seu tricampeonato de majors, seu quarto torneio consecutivo e sua sexta taça do ano.

Para conhecer a SK e as demais lendas, confira esse guia preparado pelo ESPN eSports.

SK: O sonho do tri e a cereja no bolo da nova era

Gabriel “FalleN” Toledo
Marcelo “coldzera” David
Fernando “fer” Alvarenga
Epitácio “TACO” Filho
João “felps” Vasconcellos

Quem viu o conturbado começo desta escalação da SK, não imaginava que eles alcançariam o nível atual. Depois da dificuldade em encaixar felps ao esquema que antes servia para Lincoln “fnx” Lau ou Ricardo “fox” Pacheco, a equipe brasileira começou a ser questionada. Seria esse o fim daquela SK que fez bonito em 2016? Não.

Depois de um recomeço marcado com o título do cs_summit, em março, a SK voltou a ser o bicho papão do cenário. Com novas características, novos mapas e novas estratégias. Demorou um pouco, mas quando FalleN encontrou uma nova maneira de jogar, a SK voltou a reinar absoluta como o melhor time do mundo.

Além do título na cs_summit, uma competição mais relaxada que as outras, a equipe levou a melhor também na IEM Sydney, na DreamHack Open Summer, nas finais da terceira temporada da ECS e na ESL One Cologne. O único evento em que a equipe não venceu nos últimos meses foi nas finais da Pro League, onde foi eliminada pela G2 Esports na semifinal.

Tantos títulos em sequência deram a SK um cartel de vitórias importantes. São duas finais e uma semifinal, incluindo uma série melhor de cinco, vencida contra a FaZe Clan, atual número dois do mundo, uma md3 e uma md1 diante da Astralis, terceira colocada do ranking.

Sam Delorme/ESPN.com
Houve quem duvidou do capitão da SK, mas FalleN está de volta com tudo
Houve quem duvidou do capitão da SK, mas FalleN está de volta com tudo

A fase incrível vivida pela SK tem vários motivos. Entre eles, a atuação individual incrível de cada um de seus jogadores. fer e coldzera, para muitos, disputam entre si o título de melhores do mundo. Apesar de um começo de ano em baixa, FalleN está de volta como um dos principais AWPers do cenário. felps, a última adição da equipe, tem espaço para protagonizar em diversas situações e mapas, e assim o faz. TACO, como sempre subestimado, melhorou ainda mais suas jogadas, se tornando o sniper secundário em algumas situações.

O leque de mapas da equipe é um dos mais fortes do cenário. Tirando a Nuke, onde a equipe perdeu a única vez que jogou, todas as outras opções são altamente viáveis. Estatisticamente, o melhor mapa é a Cobblestone, onde a SK tem 12 vitórias e uma derrota. Cache, com 12 triunfos e 3 derrotas, e Mirage, com 14 vitórias e 4 derrotas, são os outros destaques. 

Com tantas armas e sem precisar provar nada para ninguém, vai ser difícil segurar a SK nesse major. A equipe chega para ele tão favorita quanto era na ESL One Cologne. Aqueles que desacreditaram FalleN e seus comandados no início do ano estão com a língua mais que queimada, para que essa se torne oficialmente a segunda era da SK, falta trazer o grande troféu pela terceira vez, e ele nunca esteve tão perto.

Astralis: Os detentores do cinturão 

Nicolai "device" Reedtz
Markus "Kjaerbye" Kjærbye
Peter "dupreeh" Rothmann
Lukas "gla1ve" Rossander
Andreas "Xyp9x" Højsleth
Danny "zonic" Sørensen (treinador)

Quem assistia a Astralis no começo do ano, não imaginou que ela chegaria tão desprestigiada ao PGL Krákow Major. Detentores do cinturão de “campeão mundial”, que conseguiram ao vencer o último major, em janeiro, os dinamarqueses não convenceram com as atuações dos últimos meses.

Depois de ficar com o título do major e levar também a IEM Katowice, a equipe acabou caindo de produção. Derrotas para a Faze na decisão da terceira temporada da StarSeries e na semifinal da IEM Sydney acabaram colocando a equipe num hiato de competições presenciais. A não classificação para as finais da Pro League também prejudicou os dinamarqueses, que permaneceram em seu regime de treinos.

Em junho, enfim, a Astralis reapareceu para o mundo. O retorno deixou claro que a equipe ainda pode “se sentar na mesa” dos favoritos ao lado de SK e FaZe, mas com menos rodagem nos últimos tempos. Uma eliminação apertada nas semifinais da ECS para os brasileiros e uma vitória contra a Virtus.pro no Eleague Clash for Clash foram os únicos presenciais da equipe recentemente.

Com isso, fica difícil ver a Astralis superando SK ou FaZe em um provável duelo de semifinal. A equipe, porém, não pode ser subestimada e já provou sua qualidade ainda em 2017. Para vencer, os dinamarqueses precisarão mostrar que o tempo que passaram treinando de casa fez diferença. Novas táticas e abordagens devem aparecer.

Eleague
Atual campeã, Astralis não chega com muita moral para o major
Atual campeã, Astralis não chega com muita moral para o major

No servidor, não pode se duvidar de device. O sniper é conhecido pela sua regularidade e costuma performar mesmo quando a equipe está em baixa. O fator psicológico de device, porém, pode ser um problema. O jogador perdeu dois amigos próximos recentemente e chegará a Cracóvia só neste sábado (15), pois compareceu ao funeral da dupla na Dinamarca. Membro de uma equipe que sofreu, a ponto de contratar um psicólogo, com bloqueios mentais, device precisará de mais força que o normal para conseguir jogar.

Além de device, todos os outros quatro jogadores são capaz de decidir, até mesmo o líder gla1ve, mais famoso pelo conhecimento tático e pelas chamadas de jogada. Xyp9x, rei dos clutchs, Kjaerbye, MVP do último major, e dupreeh, sniper secundário e um dos nomes mais experientes da equipe, tem condições de vencer jogos quase que sozinhos, suprindo assim possíveis “desaparecimentos” de device.

Na fase de vetos, a Astralis não tem com o que se preocupar. Ao contrário da SK, que teme Nuke, os dinamarqueses praticamente não possuem um mapa aonde não podem jogar. Com um aproveitamento mínimo de 50% em cada um dos cenários do Grupo Ativo, a Astralis não tem um ponto fraco iminente e ainda tem Overpass, Nuke e Train como principais forças. 

No Eleague Major, a Astralis tem de defender seu cinturão e provar que as constantes viagens para disputar de torneios de SK e FaZe não surtiram efeito contra a rotina de treinamentos dinamarquesa.

FaZe Clan: A hora da vitória

Håvard "rain" Nygaard
Nikola "NiKo" Kovac
Aleksi "allu" Jalli
Finn "karrigan" Andersen
Fabien "kioShiMa" Fiey
Robert "RobbaN" Dahlström (treinador)

Quem via aquela FaZe Clan “bagunçada” de 2016 não imaginava que a equipe chegaria a metade de 2017 como número dois do mundo. As adições, primeiro de karrigan e depois de NiKo, colocaram o esquadrão internacional em outro patamar. Agora é a hora de vencer um major.

A FaZe conquistou seu primeiro título na terceira temporada da StarSeries, onde venceu a Astralis por 2 a 1. Dali em diante, a equipe colecionou alguns vice-campeonatos, como a IEM Katowice, perdendo justamente para os dinamarqueses,  a IEM Sydney e a terceira temporada da ECS, onde perdeu para a SK. Na ESL One Cologne, nova derrota para os brasileiros, dessa vez na semifinal.

Apesar da escassez de taças, rain e companhia são reconhecidamente favoritos ao título, ao lado de SK e Astralis. Isso se dá pelo incrível poder de fogo da equipe, que tem no norueguês e em NiKo suas grandes estrelas. Crescendo em grandes jogos, kioShiMa não fica atrás. O líder karrigan também justifica sua presença com uma grande capacidade na tática e na habilidade. Quando está no modo “god”, o sniper allu também faz a diferença. Mas quando está no modo “bot”, é melhor não contar com ele.

Nos mapas, a equipe aposta na grande força que tem na Mirage, Inferno e na Train, suas três principais escolhas. O esquadrão ainda tem na Overpass um mapa de retrospecto positivo.

Para a FaZe, essa é a hora de vencer. Com muita moral e com muito espaço na galeria de troféus, os europeus precisam se mostrar capazes de finalmente vencer a SK para provar que podem subir no lugar mais alto do pódio com mais frequência.

Fnatic: Os desacreditados tricampeões

Olof "olofmeister" Kajbjer
Robin "flusha" Rönnquist
Jesper "JW" Wecksell
Freddy "KRiMZ" Johansson
Dennis "dennis" Edman
Jimmy "Jumpy" Berndtsson (treinador)

Depois de atender ao Eleague Atlanta com uma escalação bastante diferente, a Fnatic voltará a ter seu quinteto clássico para o PGL Kraków. Juntos desde fevereiro, a velha Fnatic ainda não está próxima daquela que dominou em 2015 e chega bastante desacreditada.

Na DreamHack Summer, eles venceram a Immortals na semifinal e perderam para a SK na decisão. Na sequência do evento, porém, dois fiascos, com eliminações na primeira fase das finais da ECS e da ESL One Cologne.

ESL Barcelona
Antes comum, a imagem da Fnatic levantando um troféu é cada vez mais rara
Antes comum, a imagem da Fnatic levantando um troféu é cada vez mais rara

No major, a Fnatic entra com o status de Legend, mas mais por sua história que por sua fase atual. Derrotas para equipes como Team Liquid, mousesports e Cloud9, consideradas de nível semelhante aos suecos, não são animadoras para quem enfrentará o sistema suíço.

Resta torcer para que olofmeister apareça. O antigo melhor do mundo tem vivido uma fase muito ruim em 2017, apesar dos lampejos de “craque” que aconteceram ao longo do primeiro semestre, como na DH Summer. O destaque recente da equipe tem ficado para JW, que tem sido o jogador mais próximo de seu antigo auge entre os cinco.

Para o major, a esperança é que flusha apareça. Com KRiMZ assumindo o papel de capitão e sendo historicamente um dos melhores quando o assunto é major, não podemos descartar um renascimento do rifler na Cracóvia.

O leque de mapas da equipe é bastante complicado. Uma escolha historicamente forte para a equipe, a Inferno parece ser uma das poucas escolhas confiáveis e mesmo assim não impressiona, com 6 vitórias em 11 jogos. De resto, a equipe parece ter bastante problemas.

Com pouca probabilidade de sucesso, a Fnatic tentará surpreender a todos, até a si mesma. Com quatro jogadores longe do seu auge e sem mapas de botarem medo, resta rezar para que a habilidade individual, que sempre foi marca da equipe, resolva mais uma vez.

Gambit Gaming: A enigmática

Dauren "AdreN" Kystaubayev
Abay "HObbit" Khassenov
Mikhail "Dosia" Stolyarov
Daniil "Zeus" Teslenko
Rustem "mou" Telepov
Mykhailo "kane" Blagin (treinador)

Depois de um fim de ano admirável, muita gente depositou esperanças em que a Gambit poderia se tornar um time top 5 do mundo. Sem muitas oportunidades de jogar no grande palco, a equipe permanece como o mais enigmático dos times Legend.

Desde a participação no último major, a equipe só encontrou sucesso em eventos menores, com um vice-campeonato na cs_summit, diante da SK, e um título na DreamHack Austin, contra a Immortals. Sem participar das grandes ligas online, a Gambit acaba fora de disputas importantes como ECS e ESL Pro League.

Seu único evento de mais de US$ 250 mil desde o major foi a DreamHack Masters Las Vegas, onde caiu nas quartas para a North. Em sua última participação presencial, eliminação para a Fnatic e mapa perdido para a CLG na DreamHack Summer.

Com pouca ação de elite, seja online ou presencial, os comandados de Zeus estão juntos com a Astralis no grupo dos que precisam provar que os treinos online foram eficientes. O capitão ucraniano e reconhecidamente um dos melhores quando o assunto é preparação e chamada de jogadas, então pode se esperar uma Gambit perigosa. Além disso, há equipe dispõe de AdreN, um rifler de regularidade incrível.

Os mapas do quinteto são muito bem preparados e de dar inveja até em equipes consideradas melhores. A Cobblestone é o grande destaque, com 6 vitórias em 8 jogos. Overpass, Train e Inferno são outras boas alternativas.

No major, a Gambit terá a chance de mostrar que o tempo disponível para se preparar para a competição valeu a pena. Contra eles, pesa a falta de embates com a elite no primeiro semestre do ano. A equipe cazaque é a grande incógnita das lendas.

Natus Vincere: A última chance?

Ladislav "GuardiaN" Kovács
Oleksandr "s1mple" Kostyliev
Denis "seized" Kostin
Egor "flamie" Vasilyev
Ioann "Edward" Sukhariev
Andrey "andi" Prokhorov (treinador)

Já faz quase um ano que a Natus Vincere trocou Zeus por s1mple. De lá para cá, muita expectativa e pouco resultado. O único título da atual formação dos ucranianos veio em outubro de 2016, na ESL One New York. De lá para cá, tem sido decepção atrás de decepção. Outra má aparição no major e talvez seja o fim para esse quinteto.

O único resultado animador veio na semana passada, com a semifinal da ESL One Cologne. Além do bom desempenho coletivo, a performance animou por conta de GuardiaN. O sniper voltou a ser relevante e foi o grande destaque da equipe e um dos principais nomes da competição.

Eleague
Em Nova York, a Na`Vi conseguiu seu único título desde a chegada de s1mple
Em Nova York, a Na`Vi conseguiu seu único título desde a chegada de s1mple

Resta saber qual será a Na`Vi que aparecerá no major. A que venceu a G2 em uma md3 na ESL One Cologne ou a que foi eliminada pela Misfits no jogo decisivo da DreamHack Tours. Com s1mple e flamie mantendo a regularidade com o tempo e GuardiaN voltando a aparecer, a equipe precisa exigir mais de Edward e principalmente seized, que estão longe de viver grande fase.

Os mapas de destaque da Na´Vi são Train e Overpass, onde costumam ir bem. A Inferno também pode ser uma boa alternativa. Mais jogada pela equipe em 2017, a Mirage tem o baixo aproveitamento de 46%, mas deve aparecer mesmo assim.

North: Um time quase de elite

Kristian "k0nfig" Wienecke
Emil "Magiskb0y" Reif
Mathias "MSL" Lauridsen
Philip "aizy" Aistrup
René "cajunb" Borg
Casper "ruggah" Due (treinador)

Depois de vencer a Epicenter Moscow, todos imaginaram que a North chegaria forte para 2017. Isso não aconteceu. Desde a saída de RUBINO em fevereiro, a equipe não conseguiu reencontrar a boa fase e sofre para apresentar resultados constantes contra a elite.

Desde o Eleague Atlanta e a entrada de aizy, a North não conseguiu nenhum título, mas colecionou uma semifinal na DreamHack Masters Las Vegas e uma final da quinta temporada da Pro League. Apesar disso, a equipe sofre para vencer adversários do topo em séries md3. Nas chances que teve de fazer, perdeu para Immortals, SK e G2.

Na ESL One Cologne, a derrota inicial para a OpTiC custou caro e fez com que a equipe encarasse SK e FaZe. Com uma única vitória, contra a Heroic, a North deu adeus a competição ainda na fase inicial.

Essa falta de habilidade em vencer as principais equipes pode não ser um grande problema no sistema suíço, já que na md1 a equipe tem mais chances de triunfar. Para a segunda fase, porém, é difícil imaginar a North indo longe. Para que isso aconteça, k0nfig e Magiskb0y terão de aparecer, o que não tem acontecido muito nos últimos tempos, principalmente com o segundo.

O leque de mapas é grande, com Mirage, Cobblestone, Overpass e Nuke sendo destaques. A Inferno também pode aparecer como uma boa alternativa nos playoffs.

No PGL Kraków Major, a North terá de mostrar que é apta a vencer a elite em séries md3. Se conseguir, tem potencial de semifinal. Se continuar com o retrospecto atual, vai ser difícil ver os dinamarqueses indo longe.

Virtus.pro: A hora do plow

Wiktor "TaZ" Wojtas
Filip "Neo" Kubski
Jaroslaw "paszaBiceps" Jarzabkowski
Janusz "Snax" Pogorzelski
Pawel "byali" Bielinski
Jakub "kuben" Gurczynski (treinador)

Virtus.pro, Virtus.premier, Virtus.plow. Vários são os apelidos da VP, a mais longínqua escalação do Counter-Strike. Juntos desde janeiro de 2014, o quinteto polonês chega ao PGL Kraków Major naquela que é a maior baixa da carreira. Só resta uma coisa: ligar o modo plow.

O modo plow, para quem não sabe, é o apelido que a comunidade deu a VP quando ela acorda e trucida os adversários. Aí é que ela vira a Virtus.plow. E faz tempo, muito tempo, que a gente não vê isso acontecer.

A última vez foi na DreamHack Masters Las Vegas, onde venceu a SK na final. Dali em diante, uma série de resultados ruins a abalou. Eliminação na fase de grupos na IEM Katowice e na StarSeries, rebaixamento na ESL Pro League e derrota na Clash for Cash. A fase da VP não melhorou nem com a vitória na Adrenaline Cyber League, contra a Na`Vi.

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Grande rival da SK em 2016, a VP tem tido um péssimo ano até aqui
Grande rival da SK em 2016, a VP tem tido um péssimo ano até aqui

No último evento, a ESL One Cologne, mais decepção. Talvez a mais amarga de todas elas. Derrotas para Immortals, SK, Heroic e eliminação do torneio sem vencer sequer um mapa.

Com os veteranos TaZ e NEO anos-luz de seus desempenhos no passado e byali igualmente mal, tem sobrado para pasha e Snax mostrarem um jogo minimamente competitivo. O último, como sempre, é o grande nome da equipe, mas também está longe do seu auge.

Entre as forças da VP nos mapas estão Nuke e Mirage, sendo a primeira o destaque. Train também pode ser uma escolha interessante. Antes um cenário favorável, a Overpass tem sido deixada de lado.

É difícil que a equipe sofra alguma mudança mesmo com o resultado ruim, mas se a VP ainda pode fazer algo, essa é a hora de mostrar. Não podemos subestimar o quinteto, mas ver eles passando de fase é difícil nas previsões iniciais.

As partidas

O PGL Kraków Major começa na manhã deste domingo (16). Confira abaixo os confrontos da primeira rodada do sistema suíço.