Por apenas 26 segundos, queniano fracassa na tentativa de correr maratona em menos de 2 horas

EFE
Pier Marco Tacca/Getty
Eliud Kipchoge ficou muito perto de quebrar uma marca considerada impossível
Eliud Kipchoge ficou muito perto de quebrar uma marca considerada impossível

O queniano Eliud Kipchoge, de 32 anos, correu neste sábado no Autódromo de Monza, na Itália, a maratona mais rápida da história, finalizando a prova em 2h00min25. A marca, não homologada pela IAAF, não foi suficiente para cumprir o desafio projetado por uma empresa de materiais esportivos, que tinha como objetivo objetivo completar em menos de duas horas a corrida de 42,195 km.



O ritmo acelerado caiu nos dez últimos quilômetros e Kipchoge, campeão da maratona nas Olimpíadas do Rio, não conseguiu completar a prova abaixo das duas horas, mas superou a marca de seu compatriota Geoffrey Mutai, de 2h03min02, também não homologado, por conta do percurso da Maratona de Boston.

Para romper a barreira das duas horas em maratona, tinha que superar em 2,5% o recorde mundial de Dennis Kimetto, e para isso foram selecionados três adversários, o mínimo que o regulamento exige para uma corrida: Eliud Kipchoge, o etíope Lelisa Desisa, duas vezes vencedor em Boston, e o eritreo Zersenay Tadese, recordista mundial da meia maratona.

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Tadese terminou em 2h06min48, já Desisa, completou a prova 14 minutos depois que o vencedor.

O recorde mundial segue em poder do queniano Dennis Kimetto, que em setembro de 2014, venceu a Maratona de Berlim com um tempo de 2h02min57.