#OscarNaNBA - o flerte no Draft, a vitória no Pan, a estreia como celebridade: os encontros e desencontros de Oscar e a NBA

Textos: Ricardo Zanei | Artes: Bárbara Resende, Dalton Cara e Gabriel Lucki

Com a presença de Oscar Schmidt em quadra, a ESPN e o WatchESPN transmitem, nesta sexta, o All-Star Celebrity Game, o Jogo das Celebridades, o primeiro evento do All-Star Weekend. O ESPN League abre a noite de gala às 21h (horário de Brasília), seguido pela partida festiva, que marca a estreia do "Mão Santa" na NBA. A espera acabou! Chegou a hora! A hora de #OscarNaNBA!

    Uma história de amor.

    O relacionamento entre Oscar Schmidt e a NBA poderia ter sido um namoro. Um casamento, quem sabe. 

    Mas não passou de um flerte.

    Agora, 33 anos depois, a paixão, que estava esquecida, vai se concretizar.

    Demorou, mas chegou a hora!

    Escolhido pelo New Jersey Nets no insano Draft de 1984, o mesmo de Michael Jordan e Carl Lewis (???), aquele que é tido como o Draft mais estrelado de todos os tempos, Oscar não foi para a NBA. 

    As razões são inúmeras, mas a maior delas foi a seleção brasileira.

    E a razão fez sentido.

    Sem a NBA, Oscar se tornou o maior cestinha da história do basquete mundial.

    Se eternizou como um dos maiores arremessadores de todos os tempos. 

    Um faro afiado pela cesta que lhe rendeu o apelido de “Mão Santa”, que de “santa” não tinha nada. Treinada.


  • Bola da Vez em 2013: 'Nunca houve um arremessador como Oscar'


  • Cinco Olimpíadas, maior cestinha da história dos Jogos, lenda na Itália, camisas aposentadas de quatro times.

    No meio de tudo isso, o basquete dos EUA aparecia aqui e ali. E nada de flerte, namoro, casamento.

    Sempre rival, ora sendo amassado pela “Mão Santa”, como nos lendários Jogos Pan-Americanos de 1987, ora pedra no caminho de sonhos olímpicos, como em 1988, 1992 e 1996.

    Mas, não dá para reclamar. Pelo contrário: que carreira, que feitos! Aos 59 anos, o que mais Oscar poderia esperar? A NBA? Não... Estamos velhos demais para isso...

    Estamos? Estamos nada! Enfim, ela chegou. Ela, a NBA. Aquela, do flerte. Aquela, do amor esquecido.

    A eterna esposa Maria Cristina, fundamental na carreira de Oscar, que nos desculpe, mas a NBA e o “Mão Santa” resolveram dar uma chance à paixão adormecida.

    Números, frases, feitos, duelos, enfim, a ESPN relembra um pouco da trajetória de Oscar e sua ligação com a NBA - e os EUA - até o convite para o histórico All-Star Celebrity Game, nesta sexta-feira, 17 de fevereiro, um dia após o aniversário do “Mão Santa”.

    Que presente para Oscar! 

    Que presente para a NBA!

 

  • Oscar, uma máquina de pontos

 

  • O Draft de 1984

    "Há cinco integrantes do Hall da Fama no Draft. O quinto é Oscar Schmidt, e quando ele entrou no Hall da Fama, ouvi seu discurso apaixonado. Sua história é grande. Ele é tão orgulhoso de ser um dos grandes jogadores de basquete de todos os tempos a não jogar na NBA, e o seu discurso Hall da Fama foi lendário em termos de paixão. Nós meio que dissemos, ‘Bem, você sabe que ele também faz parte dessa classe também’. OK, agora estamos com cinco membros do Hall of Fame."

    Dion Cocoros, vice-presidente sênior de produções originais da NBA Entertainment, em 8 de junho de 2014, um dos responsáveis pelo documentário "The84Draft".

    Todo mundo sabe que Oscar foi escolhido, mas não jogou na NBA naquele que é, para muitos, o maior Draft da história. Para outros, é considerado o Draft mais maluco de todos os tempos.


  • Oscar mostra o contrato enviado pelo New Jersey Nets e jamais assinado


  • O número 1? Hakeem Olajuwon. Michael Jordan foi o 3º. Charles Barkley, 5º, e John Stockton, 16º. Que classe! Classe que teve Sam Bowie como número 2. Lembra dele? Não vingou, né?

    Ali, na sexta rodada, escolha número 131, Oscar Schmidt, então um astro no Juvecaserta, da Itália, foi draftado pelo New Jersey Nets. 


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  • Uma escolha que nunca se confirmou por uma série de motivos.

    O principal deles, a regra da época: profissionais, leia-se jogadores que atuam na NBA, uma vez na liga dos EUA, jamais poderiam defender as seleções de seus países em torneios "amadores", organizados pela Fiba.

    Ou seja, adeus Olimpíada.

    Outras escolhas um tanto quanto insanas também não se confirmaram. 

    Naquela época, atletas universitários, mesmo que nunca tivessem passado perto de uma quadra de basquete, podiam ser incluídos no Draft. 

    Um exemplo? Carl Lewis.

    Sim, Carl Lewis, então uma estrela no atletismo universitário do país e que se tornaria um dos maiores atletas da história, dono de inacreditáveis nove medalhas de ouro e uma de prata em quatro participações nas Olimpíadas. 


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    Sem nunca ter jogado basquete, ele foi a 209ª escolha daquele ano, pelo Chicago Bulls, o mesmo de Jordan. 

    Nunca pisou em quadra da NBA - como jogador -, mas já imaginou uma dupla Jordan/Lewis?

    Não, né.

    Nem os Bulls, que não foram adiante com a ideia de oferecer um contrato para jogar na NBA a um astro do atletismo...

    O mesmo ano teve ainda Mike Whitmarsh, 111º no Draft pelo Portland Trail Blazers. 


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  • Ao contrário de Lewis, ele tinha jogado no basquete universitário, mas não entrou na NBA.  Chegou, até, a ser profissional na Alemanha, mas não vingou.

    Vingou, sim, em outro esporte, longe dos ginásios: no vôlei de praia.

    Foi na areia que ele conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta-1996, ao lado de Michael Dodd, perdendo a final para os lendários compatriotas Karch Kiraly e Kent Steffes.

    Jordan, Olawujon, Barkley, Stockton, Oscar, Lewis, Whitmarsh... 

    Foi ou não foi o Draft mais estrelado - e maluco - da história?

 

  • O que dizer do Pan de 1987?

    "Não importa [quem tinha que marcar Oscar]! Tentamos três ou quatro caras. Não importava. As coisas que ele fez... Ele pode ter sido o melhor jogado do mundo a nunca ter atuado na NBA."

    Denny Crum, técnico dos EUA nos Jogos Pan-Americanos de 1987.

    Três bronzes olímpicos (1948, 1960 e 1964). Dois títulos (1959 e 1963), dois vices (1954 e 1970) e dois bronzes (1967 e 1978) em Mundiais.

    Faltava a cereja do bolo para a história da seleção brasileira.

    Faltava a atuação que colocaria Oscar de vez no mapa do basquete mundial.


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  • Foi em 23 de agosto, em Indianápolis, um dos santuários do basquete, que os EUA sofreram a sua primeira derrota em casa de toda a sua história.

    A mais amarga de todas.

    E justamente na final, com a festa toda armada para que os EUA subissem no lugar mais alto do pódio.

    A Market Square Arena recebeu 16.408 torcedores confiantes em mais uma vitória norte-americana.

    E tudo levava a crer que o resultado viria, não apenas pela maneira como o time da casa havia jogado até a decisão, mas pelo jeito que o duelo se desenhou.

    Com muita velocidade, os EUA foram para o intervalo com uma vantagem de 14 pontos (68 a 54), praticamente impossível de ser revertida.


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  • A esposa de Oscar, Maria Cristina, até largou a TV e foi arrumar algum petisco na cozinha, inconformada com o placar.

    Mas o que era impossível virou possível naquele dia.

    Nos vestiários, veio a sensação de que não era tão impossível assim.

    A "marcação psicológica", aquela recheada de trash talk, que dava espaço para os jogadores dos EUA arremessarem - e errarem -, funcionou.


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    David Robinson, Danny Manning, Rex Chapman, Ricky Berry e cia. caíram na armadilha.

    Mas de nada adiantaria a tática se as "mãos santas" não entrassem em ação.

    Marcel e Oscar combinaram para 55 dos 66 pontos do Brasil. No jogo? Não, apenas naquele segundo tempo.

    Oscar fez 35, terminou com um total de 46, acertando 7 de 15 tentativas de 3 pontos. A cada ponto, seu filho, Felipe, ia na cozinha avisar a mãe. Marcel acabou com 31 pontos, 20 na etapa final.


  • Oscar lembra o 'roubo de champagne' após a conquista no Pan


  • Fim de jogo. Impossível? Que nada. 120 a 115. Oscar chorava no chão. Marcel e Maury, seu irmão, se abraçavam em meio às lagrimas. Milagre de um lado, tragédia de outro. Nem Hino Nacional do Brasil tinha no ginásio. Nem festejar direito os brasileiros sabiam, cada um ia para um lado, todos atordoados.

    E foi só depois do jogo que Maria Cristina voltou a olhar para a TV.

    E foi graças a essa derrota que o Dream Team deixou de ser sonho para namorar com a realidade, que viria a se concretizar cinco anos depois.

 

  • Os feitos da carreira de Oscar

 

  • A medalha que não veio em 1988

    "América inventou o jogo; Oscar agora o está refinando."

    Manchete do jornal "Los Angeles Times", em 21 de setembro de 1988, após a vitória dos EUA sobre o Brasil nos Jogos de Seul.

    Era a terceira Olimpíada de Oscar.

    Era o time embalado pelo resultado absurdo no Pan, conquistado um ano antes.

    Eram os Jogos da medalha.

    Mas ela não veio.

    Teve novo encontro com os EUA? Claro, eles sempre estavam por ali. Foi a vez do troco de Robinson, Manning e Willie Anderson. Vitória por 102 a 87. Oscar, mesmo bem marcado, fez 31 pontos.

    Mas, para o Brasil, era mais um jogo, o terceiro dos cinco da primeira fase. Um jogo em que a derrota não importava. E, de fato, não importou.


  • Oscar: 'Não tem um dia que eu não pense no jogo contra a União Soviética'


  • Importava, sim, o confronto da última rodada, contra a Espanha. E o Brasil menosprezou. Subestimou. Não sabia nem quais eram as principais armas do rival. Resultado: favorita, a seleção brasileira perdeu por 118 a 110.

    Essa, sim, doeu. Graças ao revés, a União Soviética entrou no caminho do Brasil nas quartas de final. Nova derrota, 110 a 105, e lá se ia o sonho do pódio olímpico.

    O Brasil acabou em quinto. A Espanha também foi derrotada nas quartas e terminou em oitavo.

    Os EUA perderam dos soviéticos na semi e tiveram de se contentar com o bronze.

    A União Soviética, de Arvydas Sabonis, aquela que encerrou o sonho brasileiro, faturou o ouro na final, batendo a Iugoslávia de Drazen Petrovic, Vlade Divac e Toni Kukoc.

    Aquele era o ano da medalha. Aquela era a Olimpíada daquela geração, da geração de Oscar. Aquele time jamais pensou que chegaria tão perto do pódio.


  • Bola da Vez em 2013: Oscar 'se culpa' por fim do sonho de medalha


  • Nem antes, nem depois.

 

  • O Dream Team de 1992

  • Como a vitória do Brasil no Pan-87 'criou' o Dream Team


  • Dream Team, o "Time dos Sonhos", não era um apelido dado ao acaso. Era a união de alguns dos maiores jogadores da história da NBA, do basquete, do esporte.

    Era o sonho se tornando realidade.

    Ao contrário dos Jogos Pan-Americanos de 1987, não havia nenhuma esperança.

    Não apenas para o Brasil, mas para ninguém.

    O que fazer ao encontrar esses caras? Ao entrar em quadra contra eles? Levar uma máquina fotográfica e bater umas fotos? Uns autógrafos, quem sabe?

    Sem nada disso, o Brasil - e Oscar - curtiram muito o momento de enfrentar as lendas.

    Vitória dos EUA, 127 a 83, na primeira fase, com 24 pontos de Oscar. Barkley foi o cestinha, com 30. Bird, ídolo de Oscar, terminou o jogo com 5. Magic, lesionado, nem entrou em quadra.

    Cadum marcou Michael Jordan. Não conseguiu impedir os 15 pontos da fera, mas levou para casa um boné do craque. A relíquia sobreviveu ao tempo e virou uma espécie de amuleto para o jogador.

    A campanha brasileira não teve o mesmo brilho de quatro anos antes, nem a mesma expectativa de medalha, mas, a colocação foi a mesma: quinto lugar.


  • 'Não me arrependo', diz Oscar sobre recusa à NBA após Barcelona-92


  • Ah, apenas para registro, como se houvesse alguma dúvida, os EUA foram campeões.

 

  • Títulos, números e conquistas na seleção

 

  • A despedida olímpica em 1996

    A derrota por 98 a 75 ficou marcada para Oscar como o jogo dos pisões no pé.

    Sabe quando você é juvenil, tem que marcar um cara bom, não sabe o que fazer e apela para pisar no pé do rival?

    Pois Oscar sentiu isso na pele. O "pisador"? Pippen. Quem diria!


  • Bola da Vez em 2013: Oscar fala sobre Pippen e 'tática de juvenil'


  • Mas é inegável que o momento mais marcante estava por vir.

    A despedida, cinco Olimpíadas depois, chegou.

    O jogo do adeus foi contra a Grécia, na disputa pelo quinto lugar. Os europeus foram soberanos e venceram por 91 a 72. Oscar terminou com 21 pontos.

    Ao fim da partida, os jogadores brasileiros se reuniram em torno do camisa 14. Uma homenagem, no meio da quadra, uma reverência para a referência, de todos da seleção.

    Era o fim da trajetória de Oscar nos Jogos. Era o último jogo dele pela seleção. Era, enfim, o adeus do maior cestinha da história olímpica do basquete.

    Seleção e Olimpíada, os pesos que "tiraram" Oscar da NBA. Quem perdeu?

 

  • Os números de Oscar nas Olimpíadas

 

  • Oscar e Kobe, ídolo e fã, fã e ídolo

  • Kobe revela que, quando criança, queria ser Oscar



  • 'É bem natural que ele queira ser o jogador que ele viu todo dia'



  • Duelos com Joe Bryant, 'La Bomba' e aposentadoria: Oscar fala de Kobe


 

  • E se Oscar tivesse jogado na NBA?

    Imagine, então, como seria se Oscar tivesse jogado na NBA. Com quem jogaria? Onde? Como?



    Anos 80, basquete em transformação, misto de "clássico" e "moderno". Qualquer relação com o que acontece hoje não é mera coincidência.

    Havia espaço para os voos de Jordan e Dominique Wilkins, para os passes de Magic e Stockton, a habilidade sem precedentes de Bird.

    Oscar entraria na NBA em um cenário pré-Dream Team, recheado de craques por todos os lados.

    Sua grande arma, o arremesso rápido, de qualquer lugar da quadra, seria letal.

    Resta saber como ele defenderia, como seria a sua exigência física, e como ele sairia de uma marcação apertada.

    Que ele se daria bem na liga, acho que todos concordamos. Quanto? Jamais saberemos.

    Essa é uma história que nem a história poderá contar.


  • Bola da Vez em 2013: e se tivesse ido para a NBA? 'Eu ia arrebentar'


 

  • As camisas aposentadas em homenagem a Oscar
  • 18 de Caserta (Itália)
  • 11 de Pavia (Itália)
  • 14 do Unidade (Brasília)
  • 14 do Flamengo (Rio)

 

  • Oscar eternizado: Calçada da ESPN, Hall da Fama


  • Eternizado: a homenagem na Calçada da Fama da ESPN a Oscar Schmidt



  • Irreverente, Oscar arranca risos e emociona no Hall da Fama



  • Larry, Kobe e outros grandes nomes falam sobre Oscar: 'Ganhava sozinho'


 

  • O convite para a estreia na NBA

    Sabe aquele flerte lá atrás? Aqueles encontros e desencontros repletos de emoção? A troca de olhares, de "cartas"? Pois é, enfim, a história de amor terá seu último capítulo, com direito a um final feliz.


  • Oscar, no All-Star Celebrity Game da NBA: 'Quero ser MVP'


  • 33 anos depois do Draft, 19 anos depois da aposentadoria, Oscar, enfim, vai estrear na NBA.


  • Na ESPN, Oscar realiza sonho e irá participar do All-Star da NBA


  • O maior cestinha da história do basquete mundial foi convidado para o All-Star Celebrity Game, o Jogo das Celebridades, que abre o fim de semana do All-Star Game, o fim de semana das estrelas da liga.

    Com pompa, após uma série de homenagens dos Nets, Oscar vai realizar o sonho de entrar em quadra na NBA.

    Pela primeira vez, depois de mais de três décadas, o "Mão Santa", o "Mão Treinada", vai se encontrar com a liga que ele tanto quis, mas não pode aceitar.

    E se Oscar tivesse jogado na NBA?

    A gente não sabe. Nunca vai saber. Mas, uma palhinha, um ensaio de tudo que poderia ter sido, a gente vai ver.


  • Aniversariante, Oscar celebra momento de ouro: 'Nem parece real'


 

  • Antes, Nets se rendem a Oscar

  • Oscar é homenageado pelos Nets e ganha camisa personalizada



  • Oscar agradece homenagem do Brooklyn Nets: 'Muito especial'



  • 'Feliz', Oscar agradece camisa dos Nets com seu nome


 

  • Enfim, a estreia

  • Como 'lenda do basquete brasileiro', Oscar é apresentado


  • 33 anos depois do Draft, do não à NBA, enfim, veio o sim.

    Mas calma lá: teve direito a mais uma espera.

    Oscar começou na reserva, e assim ficou nos 12min iniciais.

    Foi apenas no segundo quarto que o grande momento da estreia chegou, e o "Mão Santa", enfim, entrou em quadra.

    E valeu a espera!

    No primeiro lance, ele recebeu livre, de frente para a cesta, e foi covardia... BINGO! Era a primeira cesta de Oscar na história da NBA.

    Que momento!


  • Oscar recebe livre e converte logo 1º arremesso no All-Star


  • E, no meio da correria da "molecada", Oscar não recebeu mais a bola. E fomos para o intervalo, e voltamos sem o "Mão Santa".

    Assim como no primeiro tempo, Oscar voltou no último período. E repetiu o que já havia feito: no primeiro passe que recebeu, livre de novo, BINGO!


  • Segunda tentativa, segunda cesta! Oscar faz mais uma


    Saiu um pouco depois, e não voltou mais para a partida.

    Terminou com 4 pontos nos dois arremessos tentados, 100% de aproveitamento, e 13min em quadra.

    Era o último capítulo de uma história de encontros e desencontros, que começou no longínquo 1984.



    Enfim, 33 anos depois, a história de amor teve um final feliz!


  • Oscar 'reclama' e brinca: 'Se eu tivesse chutado 20, acertava 20'


Com 100% de aproveitamento, veja a participação de Oscar Schmidt no All-Star Game

 

  • A carreira, as paixões, as curiosidades: a história de Oscar

  • ESPN Perfis, parte 1: o título mundial do fominha Oscar



  • ESPN Perfis, parte 2: a história 'secreta' da final do Pan de 1987



  • ESPN Perfis, parte 3: a passagem pela Europa e a trajetória olímpica



  • ESPN Perfis, parte 4: o 'não' para a NBA e o emocionante adeus olímpico



  • Troféu do papa e chinelinho de bebê: o santuário caseiro



  • Juca Entrevista: a homenagem de ex-companheiros de seleção



  • Bola da Vez em 2013: 'Matei todos', diz Oscar, sobre passagem na Europa



  • A mudança da 'bola de 3': 'Orgulho danado de ter começado isso'



  • Oscar fala sobre Stephen Curry e se rende: 'Ele é um fenômeno'



  • Oscar conta de sua paixão pela NFL e admiração por Tom Brady



  • Oscar explica a camisa 14, número que acabou 'roubando' de Agra



  • Marcel conta histórias de Oscar e relembra treino de mil arremessos