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ÁUDIO: Atacado por torcedores, Ronaldo mostra dedo do meio e pede "proteção"

ESPN.com.br
Depois da derrota para o Paulista na Arena Barueri por 1 a 0, o Corinthians voltou ao passado e viu novamente um grande ídolo ter desentendimento com torcedores. Alguns jogadores preferiram sair do estádio nos próprios carros, entre eles Ronaldo.

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Porém, uma parte dos torcedores tem acesso ao estacionamento, e uma facção organizada cobrou melhor forma física do atacante e ainda xingou o presidente do clube, Andrés Sanchez.

Atacado por torcedores, Ronaldo mostra dedo do meio na saída da Arena Barueri
Atacado por torcedores, Ronaldo mostra dedo do meio na saída da Arena Barueri
Crédito das imagens: Paulo Pinto/Agência Estado
Ronaldo, no entanto, não deixou barato e mostrou o dedo do meio para aqueles que o criticavam. Esses torcedores quiseram partir para a briga, mas o atacante acelerou seu carro e foi embora. Andrés Sanchez saiu para conversar com os insatisfeitos.

Ronaldo mostrou o dedo do meio para alguns torcedores do Corinthians
Ronaldo mostrou o dedo do meio para alguns torcedores do Corinthians

Logo após o jogo, como que prevendo o que aconteceria na saída do estádio, Ronaldo já havia pedido proteção ao Corinthians para os jogadores "continuarem trabalhando com tranquilidade".

"Nós damos a cara sempre (para bater). Aqui ninguém vai se esconder diante de fase ruim, fase boa. Estamos aqui para admitir os erros, absorver e tentar proteger (os mais jovens do clube). Agora a gente precisa do clube para ficar protegido e tomara que possamos continuar trabalhando com tranquilidade", comentou Ronaldo.

O atacante admitiu a má partida que fez na derrota para o Paulista, mas pediu para que jogadores mais jovens do clube sejam poupados pela torcida. "Meus erros todos foram infantis. Errei todos os controles que normalmente eu acerto. Mas tenho as costas largas, boas para bater. Espero que batam em mim e não nos meninos de 20 anos, o que é uma injustiça. Eu sou forte, fui criado assim, vou receber todas as críticas, mas os meninos não conseguem e podem prejudicar a carreira dos garotos."

Tal situação não é novidade na história recente do Corinthians com seus ídolos de então: em 2000, após a eliminação para o Palmeiras na semifinal da Libertadores, torcedores foram até o Parque São Jorge e quase brigaram com Edilson e Vampeta, que logo depois saíram do clube; em 2006, depois de um empate com o Fortaleza, o argentino Carlos Tevez estava em seu carro com a mulher e a filha recém-nascida, e os insatisfeitos começaram a balança-lo. O atacante nunca mais jogou pela equipe alvinegra.

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