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Guia NFL ESPN

O guia definitivo para você saber tudo de futebol americano








  • História da NFL


  • Você sabia que o futebol americano é "filho" do rúgbi e "neto" do futebol da bola redonda? E que quase foi proibido pelo presidente dos EUA em 1905? Conheça essas e outras curiosidades da história da NFL


  • 1805
  • Nasce o futebol inglês
  • A brincadeira de chutar uma bola existe desde os tempos da Roma Antiga, em diversos lugares do mundo. Mas foi só no começo do século 19 que ela começou a se transformar em um esporte organizado. Jovens das escolas inglesas praticavam uma modalidade em que o objetivo era chutar a bola entre duas estacas fincadas no chão. Os registros mais antigos da palavra football são de 1805.

  • 1823
  • Surge o "Rugby Football"
  • Cada escola jogava futebol de um jeito, com regras e números de jogadores próprios. Foi em 1823, na cidade de Rugby, um garoto de 17 anos chamado William Webb Ellis decidiu pegar a bola com as mãos e correr com ela. Os colegas gostaram da ideia e estabeleceram uma nova regra, permitindo carregar a bola além de chutar. Ninguém sabe se a história é real, mas assim surgia o rugby football.

  • 1860
  • O rugby vai aos EUA
  • Em meados do século 19, os jovens americanos de famílias ricas que viajavam para estudar na Inglaterra retornavam de lá jogando dois esportes: o association football (ou só "futebol", jogado com os pés e com a bola redonda) e o rugby football (que permitia usar as mãos, adotando uma bola de formato oval). Os dois esportes se espalharam pelas escolas, universidades e clubes americanos.

  • 1876
  • "American Football"
  • Representantes das universidades de Harvard, Princeton e Columbia padronizaram o "american football".

    Atleta e jornalista, Walter Camp criou a regra dos downs: toda vez que o atleta de posse da bola fosse derrubado, o juiz interromperia o jogo para que os times se realinhassem e reiniciassem a partida em uma nova jogada (down).

    O time tinha três chances para avançar pelo menos cinco jardas (hoje são 4 chances para 10 jardas). Se não conseguisse, entregava a bola ao adversário.

  • 1905
  • Ameaça de banimento
  • No começo, o futebol americano era puramente corridas ou passes laterais, concentrando os jogadores em uma pequena faixa do campo.

    Sem equipamentos ou regras de proteção, o esporte causou lesões graves e a morte de 18 jogadores universitários em 1905.

    O presidente Theodore Roosevelt ameaçou proibir a modalidade e foram feitas várias mudanças para torná-lo mais seguro, incluindo aquela que o transformaria para sempre: o forward pass - passe para a frente, uma ideia do treinador John Heisman.

  • 1920
  • A era do profissionalismo
  • Jogos dinâmicos, atletas bem distribuídos, passes e avanços rápidos. A popularidade levou à criação da American Professional Football Conference, em 1920, que virou National Football League (NFL), em 1922.

    Só dois fundadores seguem da NFL: Chicago Cardinals (Arizona Cardinals) e o Decatur Staleys (Chicago Bears). O início foi turbulento, com times sumindo, falta de dinheiro e improvisos. O ponto mais baixo foi a final de 1932, quando Cardinals e Portsmouth Spartans (atual Detroit Lions) foram obrigados a jogar dentro de uma arena de circo em um campo de 80 jardas, coberto de feno e fezes de elefante.

  • 1933
  • Hora de reorganizar a liga
  • Após o fiasco, a NFL endureceu a administração. Times pequenos desapareceram e surgiram gigantes, como Philadelphia Eagles, Pittsburgh Pirates (atual Pittsburgh Steelers), Boston Braves (Washington Redskins) e Cleveland Rams (St. Louis Rams).

    Atendendo a pedidos dos atletas e visando à melhora do jogo aéreo, a NFL adotou uma nova bola, menor e mais pontuda. A partir de 1936, teve início o draft universitário, recrutamento que é até hoje a base de formação de atletas da liga. Todas as 10 equipes vinculadas à NFL tinham que aguardar o jogador ter pelo menos 4 anos de estudo e obedecer a ordem de escolha da pior campanha para a melhor, favorecendo o equilíbrio da liga.

  • 1942
  • A guerra muda regras
  • Com a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial, em 1942, grandes mudanças aconteceram também no futebol americano. Mais de 600 jogadores deixaram seus clubes para lutar na guerra, e algumas equipes foram obrigadas a se unir para não encerrar as atividades, como Steelers e Eagles, que disputaram a temporada de 1943 como "Steagles"

    Até então, os 11 jogadores em campo faziam a função de ataque e defesa. Atendendo a pedidos, a NFL alterou suas regras para que as equipes pudessem fazer substituições ilimitadas. Surgia aí os times de ataque e defesa, com o jogador tendo que se especializar em apenas uma função e poupando tempo de treinamento. Essa mudança se tornou definitiva em 1950.

  • Década de 50
  • Arrancada para o sucesso
  • Na briga pela audiência com o beisebol, até então o esporte favorito dos EUA, a NFL começou a virar o jogo com o apoio da televisão, que transmitia as partidas para todo o país. Grandes nomes como Paul Brown, criador do Cleveland Browns, e o quarterback Johnny Unitas surgiram para entrar para história.

    O ápice veio com a decisão do campeonato de 1958, quando, na prorrogação, o Baltimore Colts derrotou o New York Giants por 23 a 17.

    A final quebrou recordes de audiência na televisão americana, com 45 milhões de espectadores (1 em cada 4 pessoas nos EUA). É conhecido até hoje como "O maior jogo de todos os tempos".

  • 1960
  • Um rival à altura
  • Após o grande boom da década de 1950, novos times surgiram e queriam ser aceitos na NFL, mas a liga os recusou.

    Foi criada, então, a American Football League, cujos membros são boa parte das equipes que até hoje fazem parte da AFC.

    Única rival a ter sucesso contra o poder da NFL, a AFL foi responsável por inovações nas regras, como a conversão de dois pontos, e no marketing, com nomes de atletas em camisas.

    Grandes nomes da liga foram Joe Namath (quarterback do New York Jets), Daryle Lamonica (quarterback do Buffalo Bills), George Blanda (quarterback e chutador de Oilers e Raiders) e Len Dawson (quarterback do Kansas City Chiefs).

  • 1967
  • A criação do Super Bowl
  • Após anos de rivalidade, a trégua entre AFL e NFL veio com a criação do Super Bowl, jogo disputado em campo neutro entre o campeão da AFL e o da NFL para definir o campeão nacional. Na 1ª edição, o Green Bay Packers (NFL) venceu o Kansas City Chiefs (AFL) por 35 a 10, em 15 de janeiro de 1967, em Los Angeles.

    Em 1969, a Harris and Associates (maior instituto de opinião pública especializado em esportes) fez uma pesquisa e, pela 1ª vez na história, a NFL vencia o beisebol no coração do povo americano.

    A união veio em 1970, quando os 10 times da AFL se juntaram aos 16 da NFL. Além do Super Bowl, as equipes jogavam entre si na temporada. A audiência dobrou, e o esporte se firmou como o favorito do país.

  • 1970-1993
  • A era dos craques
  • Após dominar a década de 1960, o Green Bay Packers abriu espaço para as novas dinastias: Steelers, nos anos 70, 49ers, nos anos 80, e Dallas Cowboys, nos anos 90.

    Liderados pela defesa da steel curtain ("cortina de aço"), o Pittsburgh Steelers foi quatro vezes campeão entre 1975 e 1980. Entre 1981 e 1989, foi a vez do San Francisco 49ers de Joe Montana vencer quatro Super Bowls, e o Dallas Cowboys, liderado por Troy Aikman, ficou com três títulos entre 1992 e 1995.

    Fora do campo, a NFL criou o Monday Night Football, horário mais valorizado da televisão por assinatura atualmente. O canal ABC inovou também com a colocação de câmeras e repórteres em campo, além de replays e infográficos.

  • 1993
  • O Super Bowl "espetáculo"
  • Com o objetivo de aumentar ainda mais a exposição que o Super Bowl recebia da mídia, a partir de 1993 o evento foi transformado em um grande show, com a participação de grandes artistas do mundo da música durante o intervalo da decisão.

    O primeiro convidado foi Michael Jackson e, desde então, astros do rock e do pop, como Diana Ross, James Brown, Stevie Wonder, U2, Paul McCartney, Aerosmith, Rolling Stones, The Who, Madonna, Bruce Springsteen, Prince e Beyoncé, entre outros, como astros do intervalo mais esperado do esporte.

  • 2001
  • Os mitos Brady e Manning
  • Na última década, uma nova dinastia surgiu. Capitaneado pelo quarterback Tom Brady, os Patriots venceram quatro campeonatos. Com um forte jogo aéreo, o time representa, ao lado dos Colts, de Peyton Manning, e dos Saints, de Drew Brees, os grandes ataques da década, todos vencedores do Super Bowl.

    Mas as defesas também viveram momentos memoráveis, com as conquistas dos Super Bowls dos Ravens, do linebacker e capitão Ray Lewis, dos Giants, do defensive end Michael Strahan, e dos Steelers, do safety Troy Polamalu.

  • 2007 até hoje
  • Expansão mundial
  • De olho na expansão de seus domínios e popularidade fora dos EUA, desde 2007 a NFL organiza pelo menos uma partida por temporada no Estádio de Wembley, em Londres. O Buffalo Bills já jogaram no Canadá, e a liga planeja partidas na Alemanha, Japão, México e Austrália.

    Com quase 200 milhões de espectadores no mundo todo, o Super Bowl só perde em audiência para a final da Uefa Champions League. Em compensação, tem o espaço publicitário mais caro do planeta, com marcas que chegam a pagar US$ 5 milhões por anúncio (dados de 2017).

Campeões


Regras




  • Quanto dura um jogo

    São quatro períodos de 15 minutos de duração, totalizando 60 minutos de partida. O cronômetro, entretanto, pode ser parado em algumas situações: se o jogador com a bola sair pela lateral, se algum time pontuar, se houver um passe incompleto (bola lançada que toca o chão antes de ser pega) e se houver falta.



  • Os times

    São 11 atletas em campo para cada equipe. Como não há limite de substituições, os jogadores podem entrar e sair quantas vezes o técnico quiser. Assim, quando o time tem a posse de bola, coloca 11 atacantes em campo. Quando não está com a bola, usa 11 defensores. Nas jogadas de chute entram os chamados "especialistas".



  • Início da partida

    O kickoff acontece no início do 1º e do 2º tempos e após qualquer pontuação. A bola é colocada na linha de 35 jardas e chutada pelo kicker em direção ao campo do rival. Um jogador do time adversário, o retornador, recebe a bola e tenta avançar com ela até ser derrubado, ou sair de campo, ou conseguir um touchdown.



  • Início da jogada

    O início da jogada é chamado de snap. O center entrega a bola por baixo das pernas para o quarterback - o "cérebro" do time. O quarterback pode entregá-la a um jogador ao seu lado, lançá-la em profundidade ou ele mesmo correr com a bola.



  • Time-outs (pedidos de tempo)

    Os times têm direito a pedidos de tempo (os timeouts). São três na 1ª metade do jogo e mais três na 2ª. Há ainda uma parada automática quando faltam 2min para o fim da 1ª etapa e outra a 2min do fim da partida, chamadas two-minute warning.



  • O campo de jogo

    Endzone - 10 jardas (9,14 m)
    Sideline (lateral) - 100 jardas (91,44 m)
    Marcação de jardas
    Área Técnica
    Goal post (trave) - largura de 18 pés (5,64 m) e altura da base de 10 pés (3,04 m)



  • Desafio

    Em qualquer momento antes do 'two-minute warning', um técnico pode lançar uma bandeira vermelha no gramado e desafiar uma jogada antes do snap seguinte. Cada treinador pode ter dois desafios por jogo, e ganhar um desafio extra caso esteja certo em ambos. Se errar e a jogada seguir como foi marcada, seu time perde um timeout. Se acertar, ele mantém seus pedidos de tempo. Durante o 'two-minute warning', não há desafios, e os juízes decidem rever ou não uma jogada.


  • Ações de ataque e defesa



  • Corrida

    Um jogador (geralmente o running back ou o fullback) recebe a bola das mãos do quarterback e então segue em frente, tentando penetrar a defesa adversária. O próprio quarterback pode não passar a bola e ser responsável pela ação.



  • Passe e recepção

    O quarterback pode lançar a bola para um recebedor avançado. Isso é permitido só uma vez por jogada. E o passe deve ser realizado atrás da linha de scrimmage (a linha onde começou a jogada). A recepção só é válida se o jogador segurar a bola antes de ela tocar o chão.



  • Bloqueio

    Cinco jogadores do ataque (offensive linemen) são encarregados de proteger o quarterback nas jogadas de passe ou abrir caminho para o running back nas jogadas de corrida. Eles fazem isso empurrando os defensores adversários. Outros atacantes, como o tight end, o fullback e mesmo os recebedores também bloqueiam conforme a jogada escolhida pelo técnico. Importante: não é permitido segurar os defensores adversários nem empurrá-los pelas costas.


  • Defesa



  • Tackle

    É o ato de derrubar o jogador que estiver com a posse da bola, interrompendo assim o avanço do adversário.



  • Sack

    É como se chama o tackle feito no quarterback antes que ele consiga entregar a bola a um colega de time.



  • Interceptação

    Consiste em roubar a bola que foi lançada pelo quarterback adversário enquanto ela ainda está no ar.


  • Marcando pontos



  • Touchdown - Vale 6 pontos

    É o grande objetivo do jogo, conquistado sempre que uma equipe conduz a bola além da linha de fundo do adversário (a chamada endzone).



  • Extra point - Vale 1 ponto

    A equipe que acaba de marcar um touchdown recebe também a chance de chutar a bola entre as traves. Se acertar, ganha mais 1 ponto.



  • Conversão de 2 pontos - Vale 2 pontos

    Em vez de tentar o extra point, o time que marcou um touchdown pode tentar um novo touchdown, partindo da linha de 2 jardas e valendo 2 pontos. Mas, se o time de defesa conseguir recuperar a bola e retornar até a end zone adversária durante esta tentativa, marca dois pontos



  • Field goal - Vale 3 pontos

    A qualquer momento, o time que está atacando - com a posse da bola - pode executar um chute com a bola partindo do chão. Se acertar entre as traves, ganha 3 pontos. Se errar, o rival inicia sua campanha do local onde foi feito o chute.



  • Safety - Vale 2 pontos

    É o equivalente ao gol contra do futebol. Acontece caso o jogador com a posse da bola seja derrubado dentro de sua própria endzone ou, ainda, se seu time cometer falta ou sair de campo por trás ou pelos lados da endzone.


  • Troca da posse de bola
  • São cinco as possiblidades de se perder a bola para o adversário




  • Fumble

    É a perda acidental da bola no meio de uma jogada. Ou seja, se um atleta deixa a bola cair, ela fica "viva" e pode ser recuperada pelo adversário.



  • Interceptação

    É a perda acidental em um lançamento. Se a bola for pega no ar por um defesor adversário, em vez de ser agarrada pelo recebedor a quem se destina o passe, ocorre a troca de posse. É a pior coisa que pode acontecer para um quarterback.



  • Tentativa de field goal malsucedida

    O adversário ganha a posse de bola se o time que está atacando tentar um field goal e não converter. A jogada se inicia, então, no ponto de onde a bola foi chutada.



  • Perda em downs

    Um time é obrigado a ceder a bola ao adversário no ponto exato de sua última tentativa se gastar seus 4 downs e não conseguir avançar pelo menos 10 jardas.



  • Punt

    É um recurso de segurança, usado normalmente na 4ª e última tentativa de avanço. Ao invés vez de tentar avançar, o time chuta a bola para o rival, no ponto mais distante possível do campo. A ideia é não correr o risco de perder a posse da bola em posição de campo favorável ao adversário (perda em downs).


  • Faltas
  • Há diversas atitudes passíveis de marcação de faltas. Veja as mais comuns em um jogo da NFL



  • Bandeira amarela

    Quando uma "bandeira amarela" é jogada por um árbitro, significa que ele está marcando uma penalidade ou falta em campo e precisa indicá-la aos jogadores, treinadores e outros árbitros.



  • Atraso do jogo

    O time atacante tem 40 segundos para colocar a bola em jogo entre uma jogada e outra. Punição: se exceder o tempo determinado, o time atacante é obrigado a recua 5 jardas.



  • Saída falsa

    Para começar uma jogada de modo válido, os jogadores do time com a posse da bola precisam estar totalmente parados. Somente um jogador (que não esteja na primeira linha) pode estar em movimento, sempre paralelo à linha de scrimmage. Qualquer movimento de outro jogador que simule o início da jogada é caracterizado como falta. Punição: recuo de 5 jardas.



  • Offside

    É marcada se um jogador do time que se defende ultrapassar a linha de scrimmage antes do início da jogada. Punição: a defesa recua 5 jardas.



  • Holding

    Durante uma jogada, somente o jogador com a posse da bola pode ser segurado ou agarrado. Todos os demais podem apenas se empurrar. Punição: quando um atacante segura um defensor, seu time é punido com recuo de 10 jardas. Se um defensor segurar um atacante, sua equipe perde 5 jardas e o ataque ganha o primeiro down automático.



  • Contato ilegal

    Um jogador de defesa só pode obstruir ou empurrar um atacante num limite de 5 jardas da linha de scrimmage (onde começa a jogada). Qualquer contato além de 5 jardas configura falta. Punição: recuo de 5 jardas para a defesa.



  • Interferência no passe

    Não é permitido a um defensor deslocar um atacante para impedir a recepção. Ele só pode encostar no atacante no momento do contato com a bola. Punição: primeiro down automático, com a bola sendo posicionada no local da falta.



  • Falta pessoal

    São todas as atitudes que colocam em risco a integridade do jogador adversário, incluindo segurar a máscara do capacete de outro jogador, usar o capacete contra a cabeça ou os joelhos do adversário, aplicar um tackle fora dos limites do campo e muitas outras situações. Punição: 15 jardas e primeiro down automático.



  • Intentional grouding

    É marcada quando um quarterback se livra da bola claramente para evitar um sack e a perda de jardas que seria ocasionada por isso. A falta só é marcada se o quarterback estiver no chamado "pocket", que é a área de proteção de seus bloqueadores, e se ele atirar a bola onde não haja jogador de seu time. Punição: recuo de 10 jardas e perda de uma chance de atacar (um down).



  • Exclusão

    Se um jogador cometer duas faltas pessoais por conduta antidesportiva na mesma partida, ele será excluído. O time punido não fica com um atleta a menos em campo, mas o jogador desqualificado não poderá retornar ao duelo.

Estádios


  • 12 estádios mais bacanas dos times da NFL



  • "Ouvido" de longe, o antigo Qwest Field e lar do Seattle Seahawks é conhecido pela acústica mais intensa da NFL, graças à reverberação do barulho da torcida em sua estrutura. Esse "12º jogador" atrapalha os times visitantes, pois fica difícil escutar o quarterback na hora do snap e, assim, as faltas por "false start" acabam sendo mais frequentes.

  • A casa do Super Bowl 50, que teve a vitória do Denver Broncos sobre o Carolina Panthers, substitui o Candlestick Park, histórico estádio que foi demolido no final da temporada 2013. Localizado em Santa Clara, o estádio faz com que o San Francisco 49ers seja a que joga mais distante de sua cidade sede, ficando a 61 km de São Francisco.

  • Localizado em Glendale, nos arredores de Phoenix, no Arizona, a casa do Arizona Cardinals é um prodígio de engenharia e arquitetura. Assim como o Sapporo Dome, no Japão, o gramado do University of Phoenix Stadium pode ser retirado da arena quando não há jogos. Inaugurado em 2006, tem o teto retrátil, a melhor estrutura de acessibilidade para idosos e deficientes e o maior estacionamento da liga.

  • O estádio do Dallas Cowboys em Arlington, Texas, é sede de um dos times mais celebrados da NFL. Inaugurado em 2009, tem capacidade para mais de 80 mil pessoas (expansível para 105 mil) e um impressionante teto retrátil, além de um telão de altíssima definição que custou, sozinho, US$ 80 milhões. Com o maior vão livre do mundo, recebe eventos dos mais diversos, especialmente shows musicais.

  • Quinto maior estádio da NFL, o lar dos Chiefs é bonito e moderno. Renovado em 2010, acomoda cerca de 75 mil torcedores de Kansas City. Mas o que o torna especial é o titulo de melhor "tailgate" da NFL. Logo cedo, nos dias de jogos, seu entorno é tomado por grupos com o equipamento necessário para uma divertida festa. A torcida é uma das mais animadas, chegando a incríveis 142,2 decibéis.

  • É claro que a casa do New Orleans Saints tem uma arquitetura belíssima, como o maior domo fixo do planeta. Mas o Superdome é um caso em que o esporte é um detalhe. Em 2005, o estádio abrigou milhares de desabrigados do furacão Katrina, tornando-se um símbolo da reconstrução da cidade. A estrutura do estádio sofreu com a catástrofe, e ele só foi reaberto no ano seguinte.

  • Lar do Green Bay Packers desde 1957, o City Stadium de Green Bay mudou de nome em homenagem ao fundador do time, Earl Lambeau. É também chamado de "A Tundra Congelada", por que no campeonato de 1967, Packers e Cowboys jogaram em um frio de -15ºC, com vitória dos anfitriões. A mureta baixa entre o campo e arquibancada permite que os jogadores deem o "Salto Lambeau" e comemorem com a torcida.

  • Vovô dos estádios da NFL, o lar do Chicago Bears também serve como memorial para os mortos em guerras desde 1919. Num país em que estádios surgem e são demolidos em poucos anos, ele mantém sua arquitetura tradicional, apesar das renovações necessárias, como a implantação de um telão de 7 por 25 metros. Marco histórico, foi o primeiro a ser certificado como usuário de energia elétrica inteligente.

  • O Heinz Field tem o nome de uma famosa marca de catchup, mas é chamado de 'Palácio da Mostarda' por suas cadeiras amarelas – cor do Pittsburgh Steelers. É um dos mais celebrados campos da NFL, mas sua grama natural é sempre alvo de críticas. Indiscutível é a beleza do estádio, localizado no encontro de dois rios, e o bonito show das toalhinhas amarelas dos torcedores nos dias de jogos.

  • Há tempos New York Giants e New York Jets dividem a mesma casa, antes com o Giants Stadium, hoje com o moderníssimo MetLife. Construído em 2010, com capacidade para mais de 82 mil pessoas e custo estimado em US$ 1,6 bilhão, é o estádio mais caro erguido até hoje.

  • A casa do Tampa Bay Buccaneers (e também do South Florida Bulls, onde jogou o kicker brasileiro Maikon Bonani), em Tampa, tem uma réplica de navio pirata em sua arquibancada, logo abaixo do placar. Cada vez que os "bucaneiros" marcam touchdowns, os canhões do navio disparam seis vezes - e mais uma para o ponto extra, já que os piratas não economizam em comemorações.

  • O mais novo estádio da NFL é a casa do Minnesota Vikings. A construção substitui o Metrodome, que recebeu os jogos do time até 2013, e o TCF Stadium, casa provisória utilizada nas últimas duas temporadas. Com o custo estimado de mais de US$ 1 bilhão, o local já sabe que será palco do Super Bowl LII, marcado para fevereiro de 2018.

  • O mais recente estádio da NFL também é o mais moderno em termos de tecnologia. A começar pelo telão, em formato redondo, localizado no teto da arena. Mas o tradicionalismo também não foi deixado de lado, já que a arquitetura do Mercedes-Benz Stadium foi projetada para ter grandes janela de vidro ao seu redor, justamente para os fãs apreciarem a vista do centro de Atlanta. O teto retrátil também é um fator único: em formato circular, ele pode ser fechado em menos de 20min.

Posições



  • Saiba o que faz cada um dos 53 jogadores do elenco. Eles são divididos em três unidades: ataque, defesa e especialistas




  • Ataque
  • É dividido em quatro setores:



  • É o cérebro do time. É ele quem "faz" a jogada, lançando a bola em profundidade, correndo com ela ou entregando nas mãos de outro jogador ao seu lado.

  • Atuam como proteção ao quarterback ou abrindo caminho para as corridas dos running backs. Fazem isso empurrando ou obstruindo a passagem dos adversários. Em casos excepcionais, os bloqueadores podem participar da jogada como recebedores. Mas isso tem que ser avisado ao árbitro antes de a jogada começar.

  • Como diz o nome, são aqueles que correm com a bola nas mãos, recebendo-a do quarterback logo no começo de uma jogada.

  • Recebem lançamentos - geralmente em profundidade. Quando o assunto é jogo aéreo, são os principais alvos do quarterback.



  • Defesa
  • É dividida em três setores:



  • É a primeira linha de combate ao avanço adversário. Pode ter 3 ou 4 jogadores, de acordo com o sistema escolhido pelo treinador. Seu objetivo é derrubar quem estiver com a bola no começo de uma jogada.

  • Formam um segundo nível da proteção, podendo avançar ou recuar de acordo com a maneira como o ataque se arma. Podem ser 3 ou 4, conforme o sistema adotado pelo técnico.

  • São os 4 jogadores responsáveis por proteger a retaguarda. Dependendo da jogada, um time pode atuar com 5 homens na secundária (chamada de nickel formation), substituindo um linebacker por um defensive back para proteger melhor o lance contra o passe.

  • Especialistas



  • Os especialistas entram em campo nas jogadas de chutes, ou seja, kickoffs (início ou reinício de partida), punts (chute de devolução) e tentativas de field goals e pontos extras.

Quarterback



  • É o principal jogador de um time de futebol americano.
    Saiba por que ele é considerado o cérebro da equipe.

  • Pontaria

  • O quarterback deve ter um ótimo "spin" – movimento de mão que cria uma rotação regular da bola em seu próprio eixo – aliado à noção da força, direção e sincronia com o recebedor (que está em movimento durante o lançamento).

  • Memória

  • A cada tentativa de avanço, o quarterback recebe instruções do técnico (por meio de um fone de ouvido no capacete) de qual das mais de 100 jogadas ensaiadas usar, repassando-as aos outros 10 jogadores. Antes de um jogo, ele também aprende o padrão de atuação da defesa adversária.

  • Inteligência

  • O quarterback deve ser capaz de "ler" a defesa adversária e, se necessário, mudar as jogadas por conta própria, comunicando aos companheiros por meio de códigos. Tudo isso em questão de segundos, o que exige raciocínio lógico e espacial.

  • Liderança

  • O quarterback é o "general" em campo e deve ter postura de líder dentro e fora dele. A cada tentativa de avanço, cabe a ele orientar jogadores, que confiam nele cegamente. Deve ser um motivador e um exemplo, nunca tímido ou antissocial.

  • Noção espacial

  • O bom QB deve saber se movimentar de forma a evitar ser derrubado. Quando faz isso com pequenos deslocamentos, dentro da área de proteção formada por seus bloqueadores, é chamado de pocket passer. Quando costuma correr distâncias maiores, para as laterais ou mesmo para a frente, é comumente chamado de QB móvel ou scrambler.

  • Força

  • Uma bola lançada sem força tende a ser mais fácil de ser interceptada pelo adversário. Quanto mais força no braço um quarterback tiver, maior a área do campo de jogo que a defesa adversária será obrigada a cobrir.

  • Grandes quarterbacks da história


Craques



  • Craques de ataque e defesa
  • Veja cinco grandes jogadores de ataque e cinco de defesa



  • Considerado por muitos técnicos o maior jogador de futebol americano de todos os tempos, Walter Payton fez carreira no Chicago Bears. Recebeu o apelido de "Sweetness" ("Doçura"), por sua educação fora de campo. Sua contribuição para a sociedade inspirou a NFL a criar o Prêmio Walter Payton, dado ao jogador que mais colabora com a sua comunidade.
    • 13
    • temporadas no Chicago Bears, onde atuou entre 1975 e 1987.
    • 16.726
    • foi a distância em jardas percorrida pelo running back em sua carreira.
    • 1986
    • foi o ano em que integrou o Chicago Bears campeão no Super Bowl XX.
    • 110
    • foi o número de touchdowns que ele fez ao longo de sua brilhante carreira.
    • 1999
    • foi o ano em que faleceu, em decorrência de um tipo raro de câncer no fígado.
  • Atleta de múltiplas habilidades em vários esportes, Jim Brown é considerado um dos maiores running backs que já atuaram na NFL. Jogou pelo Cleveland Browns entre 1957 e 1965 e, apesar de ter sido contratado pelo Denver Broncos, aposentou-se antes de participar de um jogo oficial. Brown possuía um estilo agressivo, lutando a cada jarda e evitando sair de campo sempre que possível.
    • 29
    • foi a idade do último jogo de Brown, que se aposentou precocemente, aos 30 anos.
    • 12.312
    • é o número de jardas em corridas feitas pelo running back em sua carreira.
    • 106
    • touchdowns corridos em oito anos nos Browns. Foram 20 recebidos, 126 no total.
    • é membro do Hall da Fama do futebol americano e também do lacrosse.
    • 50
    • virou ator e atuou em mais de 50 produções para a TV e para o cinema.
  • Eleito o melhor jogador de todos os tempos em 2010 pela equipe de analistas do site oficial da NFL, o NFL.com, Jerry Rice é o wide receiver que lidera as principais estatísticas e recordes da liga no jogo aéreo. Seus melhores anos foram, com certeza, durante a parceria com os quarterbacks Joe Montana e Steve Young no San Francisco 49ers, quando venceu três Super Bowls.
    • 20
    • temporadas, defendendo 49ers, Raiders, Seahawks e Broncos.
    • 22.895
    • é o número de jardas conquistadas por Rice ao longo de sua carreira.
    • 1.549
    • foi o número de recepções feitas pelo wide receiver entre 1985 e 2005.
    • A dedicação do wide receiver aos treinos sempre foi considerada exemplar.
    • 208
    • touchdowns é o admirável recorde alcançado por Rice em toda sua carreira.
  • Considerado o running back mais habilidoso a atuar na NFL, Barry Sanders fez carreira no Detroit Lions entre 1989 e 1998, carregando o time até os playoffs em cinco oportunidades. Considerado pequeno para o futebol americano (1,72 m), Sanders tinha um estilo de jogo "discreto" para os defensores, o que o fazia escapar com facilidade das tentativas adversárias de tackle.
    • 2004
    • ano em que entrou para o Hall da Fama do futebol americano.
    • 15.269
    • jardas foram conquistadas; jamais teve uma temporada com menos de 1 mil jardas.
    • é o lugar que Sanders ocupa entre os running backs mais produtivos da NFL.
    • 109
    • touchdowns feitos em sua carreira, sendo 99 terrestres e 10 por meio de recepções.
    • curiosidade: o jogador estampou a capa do jogo Madden NFL 25.
  • Líder da NFL de todos os tempos em jardas terrestres (18.355) e touchdowns corridos (164), Emmitt Smith é o dono dos principais recordes da posição de running back. Entre 1990 e 2004, atuou no Dallas Cowboys e Arizona Cardinals. Com um estilo de jogo vertical, buscava seguir seus bloqueadores, usando a força física para quebrar tackles adversários.
    • 1990
    • ano em que foi draftado pelos Cowboys, ao lado de Troy Aikman e Michael Irvin.
    • 2
    • temporadas pelo Arizona Cardinals, franquia na qual encerrou sua carreira.
    • 3
    • Super Bowls é o número que Smith venceu nos Cowboys: 1993, 1994 e 1996.
    • 164
    • foi o número de touchdowns feitos pelo running back em sua carreira.
    • 2006
    • ano em que Smith venceu o "Dancing With the Stars", ao lado de Cheryl Burke.
  • Um dos maiores responsáveis pela dinâmica atual das defesas da NFL, o linebacker Lawrence Taylor atuou em toda sua carreira pelo New York Giants. Recrutado com a segunda escolha do Draft de 1981, Taylor se especializou no pass rush, ou seja, a caça aos quarterbacks adversários, com ferocidade e habilidade surpreendentes, criando uma nova postura das defesas, que dura até hoje.
    • 13
    • temporadas foi o tempo que jogou pelo New York Giants, entre 1981 e 1993.
    • 1986
    • ano em que foi eleito o MPV, "Most Valuable Player", jogador mais valioso da NFL.
    • 132,5
    • foi o número de sacks que o linebacker conseguiu ao longo de sua carreira.
    • 2
    • títulos com os Giants, em 1987 e 1991, quando foi soberano na defesa.
    • 1986
    • temporada em que alcançou a incrível marca de 20,5 sacks.
  • "O homem mais temido do futebol americano". Foi assim que Richard Butkus, ou simplesmente Dick Butkus, ficou conhecido durante sua carreira com o Chicago Bears, onde jogou entre o fim dos anos 60 e o começo da década de 70. Butkus tinha um instinto natural para tirar a bola da posse dos adversários, colecionando estatísticas impressionantes.
    • 9
    • temporadas foi o período em que jogou pelo Chicago Bears.
    • 1973
    • ano em que teve de se aposentar prematuramente, por uma lesão no joelho.
    • 1.020
    • tackles e 27 fumbles recuperados fazem parte das estatísticas de Butkus.
    • 0
    • apesar de ser um grande jogador, o linebacker não disputou nenhum título.
    • 1985
    • 1º ano do The Butkus Award, dado ao melhor linebacker universitário.
  • A segunda melhor marca de sacks da NFL pertence a Reggie White, defensive end que atuou entre 1985 e 2000. Durante seu começo de carreira, em 1984, White atuava na USFL, liga rival da NFL, que acabou falindo. Depois disso, foi então recrutado pelos Eagles e, ao longo de sua carreira, atingiu a impressionante marca de 124 sacks em 121 jogos.
    • nos Eagles, ganhou o apelido de "Ministro da Defesa", em alusão à sua religiosidade.
    • 1993
    • ano em que estreou no Green Bay Packers, liderando o time em sacks.
    • 1998
    • foi o ano em que, com a ajuda de White, os Packers conquistaram o Super Bowl.
    • 2000
    • ano em que o defensive end se aposentou, jogando pelo Carolina Panthers.
    • 43
    • anos tinha Reggie White quando faleceu de arritimia cardíaca, em 2004.
  • Dono de uma carreira coroada por títulos, o defensive tackle dos Pittsburgh Steelers foi recrutado no Draft de 1969 e revolucionou a defesa da equipe nos anos 1970, conhecida como "Cortina de Aço". Tinha o apelido de "Mean Joe Greene" ("Joe Malvado Greene"), por sua forma intensa de jogar e de não se deixar intimar.
    • O verdadeiro nome de Joe Greene é Charles Edward Greene.
    • 4
    • Super Bowls na carreira, todos pelos Steelers: 1975, 1976, 1979 e 1980.
    • 35
    • anos era a idade de Joe Greene quando ele se aposentou, em 1981.
    • 1979
    • ano em que estrelou um dos mais inesquecíveis comerciais do Super Bowl.
    • 2
    • anos em que foi da comissão dos Steelers, últimos títulos do time (2006 e 2009).
  • Quem poderia imaginar que um dos maiores defensive backs da NFL tivesse medo de voar? Dick "Night Train" Lane ganhou o apelido por sempre viajar de trem. A versão oficial, entretanto, atribui o apelido à música "Night Train", de Jimmy Forrest. Lane era famoso pela intensidade de seus tackles, mirando a cabeça dos adversários (jogada até então permitida pela NFL).
    • trabalhou em fábrica de aviões e esteve no exército antes de ser profissional.
    • 7
    • vezes o cornerback foi selecionado para o Pro Bowl, o Jogo das Estrelas.
    • 1952
    • ano de sua temporada de estreia, Lane foi recordista de interceptações.
    • teve passagens pelo Chicago Cardinals (atual Arizona Cardinals) e Detroit Lions.
    • Dick Lane foi casado com a cantora de blues e jazz Dinah Washington.

Cheerleaders



  • Cheerleaders: o lado doce do jogo
  • As animadoras de torcida são uma tradição de quase 100 anos de futebol americano



  • Como surgiram

  • Thomas Peebles, jogador e estudante da Universidade de Minnesota, teve a ideia de criar "líderes de torcida", em 1884. Ele entoou o grito de guerra pioneiro, que até hoje é usado pela torcida daquela universidade.

  • Homens no comando

  • Johnny Campbell foi o 1º cheerleader da história, em 1898, claro, na pioneira Universidade de Minnesota. Sim, no final do século 19, era impensável que as mulheres chegassem perto do campo.

  • Finalmente as beldades

  • A participação feminina começaria em 1923, quando a primeira equipe de cheerleaders formada exclusivamente por mulheres foi criada na Universidade Cornell, em Nova York.

  • Acrobacias e elegância

  • Ao longo do século 20, as meninas comportadas da sideline soltaram-se e, com isso, vieram os movimentos acrobáticos e os megafones, criando um novo conceito para as animadoras à beira do gramado.

  • Até o presidente

  • Homens continuaram a participar, exercendo as tarefas que exigem força. Entre eles, o ex-presidente George W. Bush, parte da equipe da Phillips Academy, em Massachusetts, na década de 60.

  • O esporte da torcida

  • Cheerleading virou um esporte nas universidades, com disputas nacionais e locais para ver quem faz as acrobacias mais elaboradas e sincronizadas. Uma banda marcial acompanhava as apresentações.

  • Enfim, na NFL

  • As cheerleaders chegaram oficialmente ao futebol americano profissional na década de 60. O Baltimore Colts (atual Indianapolis Colts) foi o 1º time a montar sua equipe, mas deixaram os homens de fora.

  • Mais sensualidade

  • No começo dos anos 70, outra mudança. Graças aos Cowboys, as cheerleaders dos times profissionais deixaram de lado as acrobacias e passaram a exibir mais sensualidade nas roupas e nos movimentos.

  • Haja trabalho

  • Não basta ser bonita ou sexy, elas também precisam ter bom histórico escolar. É comum vê-las rodeadas de crianças em busca de autógrafos, sobretudo meninas que sonham em seguir seus passos.

  • Reputação acima de tudo

  • Cheerleaders profissionais têm que ser "exemplo". Qualquer deslize é motivo de expulsão. Elas são proibidas até mesmo de namorar atletas do time. Se ocorrer, um dos dois tem que deixar o emprego.

  • E o salário, ó...

  • Animadoras não têm salário, mas ganham um bom dinheiro com royalties dos calendários e de outros artigos que levam suas fotos. Também são convidadas para ensaios fotográficos e eventos em geral.

  • E quando não tem jogo?

  • As cheerleaders recebem bons cachês para realizar apresentações beneficentes e visitas às tropas dos EUA ao redor do mundo. Também atuam como modelos e participam de ações de caridade dos times.

  • O grupo dos "sem cheerleaders"

  • Algumas times não possuem cheerleaders por entender que isso tira o foco do esporte. São elas: Chicago Bears, Cleveland Browns, Detroit Lions, Green Bay Packers, New York Giants e Pittsburgh Steelers.

  • Estreia brasileira

  • O Miami Dolphins iniciou em 2016 um processo de expansão mundial do time de cheerleaders. Após testes em Copacabana, Ana, Erica e Vera se tornaram as primeiras brasileiras a participar da liga.

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