Que isso? Vídeo mostra 'dedada' também no ciclismo

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A quinta-feira foi no mínimo estranha no esporte. No mesmo dia em que o atacante Rossi foi expulso em jogo da Chapecoense por dar uma 'dedada' em um rival no Nacional (URU), um ciclista repetiu o gesto no Tour dos Alpes, na Europa.

O responsável pela manobra foi Stefano Pirazzi. E a 'vítima' foi Kilian Frankiny.

No ciclismo, o toque neste tipo de ocasião é normal - quando você se aproxima muito de um rival, mas não pretende abaixar o ritmo. O mais convencional, porém, seria colocar a palma da mão nas costas do adversário. Pirazzi, porém, preferiu colocar a mão (e o dedo) no banco da bicicleta.

Vale lembrar: o primeiro a ficar 'famoso' por uma 'dedada' foi o chileno Gonzalo Jara que fez o mesmo com o uruguaio Edinson Cavani, na Copa América de 2015.

Bizarro! Atacante da Chape dá 'dedada' em rival e é expulso na Libertadores

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O atacante Rossi, da Chapecoense, foi expulso de maneira bizarra durante a derrota por 3 a 0 do time catarinense para o Nacional-URU, nesta quinta-feira, pela Libertadores.

O jogador, que já tinha cartão amarelo, deu uma "dedada" no zagueiro Polenta, da equipe uruguaia, e levou o segundo amarelo, tomando o vermelho em seguida por consequência.

A Chape acabou ficando com dois a menos, já que Luiz Otávio também foi expulso.

O lance lembrou muito a provocação do chileno Gonzalo Jara ao uruguaio Edinson Cavani, na Copa América de 2015. Na ocasião, o centroavante reagiu ao gesto do zagueiro e acabou expulso. Jara, porém, acabaria sendo multado e suspenso depois.

'São' Marcos zoa briga entre Palmeiras e Peñarol: 'Uruguaio pôs a cara na mão do Felipe Melo'

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Veja o comentário de 'São' Marcos sobre a confusão envolvendo Palmeiras e Peñarol

Um dos maiores ídolos da história do Palmeiras, o ex-goleiro Marcos usou a irreverência para comentar a confusão envolvendo Palmeiras e Peñarol, no fim da partida da última quarta-feira, na Copa Libertadores.

Campeão com o Verdão em 1999, São Marcos "defendeu" o volante Felipe Melo e ficou na bronca com a atitude do time uruguaio.

"Sempre que um time brasileiro vai ao Uruguai e ganha de algum time uruguaio acontece isso. A Conmebol deixa acontecer todo ano e não muda nunca", disparou o ex-goleiro.

"Essa é a primeira parte. A segunda é: Palmeiras, espetacular vitória, sensacional. E terceiro: o Felipe Melo não pôs a mão na cara do uruguaio, foi o uruguaio que pôs a cara na mão dele. E ponto. Falei", exaltou Marcos.

O volante Felipe Melo foi o principal alvo da confusão. O palmeirense acertou dois socos no meia Mier em briga entre as duas equipes após a vitória de virada do time paulista por 3 a 2, no Uruguai.

Sorín critica briga no jogo Peñarol x Palmeiras: 'Terminou muito bem pelo o que poderia ter ocorrido

O início da briga generalizada, que chegou às arquibancadas, com torcedores brasileiros e uruguaios se enfrentando, não ficou claro.

Na primeira partida entre as duas equipes, no Allianz Parque, Felipe Melo já havia discutido com adversários, que o teriam chamado de macaco, mas o volante resolveu não seguir adiante com um processo jurídico.

Conspiração? Após sortear Real, galês vai direto em bolinha do Atlético e cria polêmica na Espanha

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Conspiração? Após sortear Real, galês vai direto em bolinha do Atlético e cria polêmica na Espanha'

Não demorou para surgirem teorias da conspiração após o sorteio das semifinais da Uefa Champions League. A polêmica vem, principalmente, da Espanha, com as bolinhas que definiram o cruzamento entre Real Madrid e Atlético de Madri. Tudo porque, após tirar o papel com o nome da equipe merengue, o galês Ian Rush vai direto na bolinha dos colchoneros e sequer toca nas outras. Há motivo para dúvidas? Ao menos na internet, os espanhóis creem que sim... Veja o vídeo acima e tire suas conclusões.

Coreia do Sul inova e cria estádio de futebol com pista de esqui

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O Alpensia Ski Jumping Stadium, durante evento teste para os Jogos de Inverno de 2018
O Alpensia Ski Jumping Stadium, durante evento teste para os Jogos de Inverno de 2018

Qual é a última coisa que você pensaria em agregar a um estádio de futebol? Provavelmente, uma pista de esqui. Entretanto, foi o que aconteceu no Alpensia Ski Jump Stadium, na Coreia do Sul.

No topo das montanhas Taebaek, costa leste do país, o estádio foi construído para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2018. Acontece que a área de aterrissagem de uma pista de esqui é, em média, do mesmo tamanho de um campo de futebol.

Some isso ao fato de que a temporada do futebol sul-coreano acontece entre março e novembro e a temporada do esqui, entre novembro e março. O resultado é uma conveniente coincidência que fez possível que os 11 mil lugares nas arquibancadas abriguem fãs de ambos os esportes.

De quebra, a pista, que acaba logo atrás do gol, pode servir para recuperar as bolas chutadas pelos menos precisos atacantes da liga nacional.

Divulgação / Facebook
O time do Gungwon, antes de partida disputada no estádios Alpensia. A grama é, depois dos torcedores, quem mais sofre com as baixas temperaturas
O time do Gungwon, antes de partida disputada no estádios Alpensia. A grama é, depois dos torcedores, quem mais sofre com as baixas temperaturas

O local servirá de casa para o Gangwon FC, clube que até a temporada passada jogava suas partidas da segunda divisão em diversos lugares do país. Agora na elite, a equipe manda suas duelos no alto das montanhas, região bastante deserta e de difícil acesso.

Reprodução / The Guardian
O estádio foi pauta também to jornal The Guardian
O estádio foi pauta também to jornal The Guardian

Isso talvez explique porque, para o primeiro confronto da temporada, contra os atuais campeões, o FC Seoul, apenas cinco mil torcedores aceitaram subir até o topo de Taebaek para assistir a derrota por 1 a 0.

A escolha da arena é polêmica, uma vez que o clube tem mais quatro outros estádios localizados em áreas civilizadas e de muito mais fácil acesso que a pista de esqui. A justificativa talvez seja dar uso às inúmeras construções feitas para os Jogos de Inverno e que, fora do evento, seriam abandonadas.

Entretanto, assim como no Brasil, que sofre com tais contradições é, sempre, o torcedor.

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