A NFL sem Odell

Justin Tinsley, no The Undefeated* **

Steven Ryan/Getty Images
Odell deixou o campo chorando
Odell deixou o campo chorando

Estava escrito no semblante de Odell Beckham Jr.. Ele não precisava dizer uma palavra. Seu tornozelo quebrado – na derrota por 27 a 22 para os Chargers, que deixou o decrépito NY Giants com 0-5 na temporada – iria precisar de cirurgia.

Beckham somava 97 jardas em cinco recepções e um touchdown antes de cair. Naquela que pode ser sua última imagem de 2017, o mais dinâmico dos talentos da liga estava sentado, desmoralizado, chorando na traseira do carrinho da maca.


A NFL tem muitas faces. O ajoelhar de Colin Kaepernick, a resistência dos proprietários ao impacto de Kaepernick, a excentricidade de Von Miller, o futuro de Ezekiel Elliott, o drama de Cam Newton, o domínio do New England Patriots, o silêncio de Marshawn Lynch.

 Mas Beckham é a cara da diversão em uma liga bilionária com muitos sérios – saúde mental, violência doméstica, a Primeira Emenda, encefalopatia traumática crônica – problemas.

A perda de Beckham tem impacto na cultura capitalista da liga. O jogador tem mais de US$ 10 milhões para ganhar em patrocínio.

A Nike não deve estar nada feliz: em maio, a companhia e Beckham chegaram a um acordo para o maior contrato de chuteiras na história da NFL – quase US$ 5 milhões por ano em um contrato de cinco anos. O guarda-roupas de Beckham, o equivalente ao de Russell Westbrook para o futebol americano, tem quase tanto destaque quanto suas arrancadas velozes, recepções acrobáticas com uma mão e rebuscadas comemorações na endzone, que poderiam passar por clipes musicais.


Em uma liga comandada por quarterbacks onde a lealdade dos fãs reside em grande parte com todo o time, Beckham é um caso raro, astro não-quarterback (como Randy Moss antes dele) cuja marca é tanto seu nome atrás da camisa (quarta mais vendida em 2016) quanto o logo do time em seu capacete.

A influência de Beckham nas redes sociais é imensa – ele é o mais seguido jogador da NFL no Instagram, com mais de 9 milhões de seguidores. Para contexto, Miller tem 1,2 milhão, J.J. Watt, 2,8 milhões, assim como Tom Brady, Russell Wilson é seguido por 3,1 milhões e Cam Newton aparece com 3,9 milhões de seguidores. Com 55% de todos os americanos entre 19 e 29 anos que estão no Instagram, o apelo de Beckham com os jovens o separa dos demais companheiros.

Reprodução ESPN
Odell é notícia dentro e fora de campo
Odell é notícia dentro e fora de campo

 Em seus dias de folga, Beckham é um frequentemente visto em jogos da NBA. Ele é respeitado por LeBron James. Kaepernick também. Ele ganhou a adoração de Drake (e aparentemente uma copia das chaves de sua mansão). Ele até, supostamente, deixou Rihanna na “friend zone”. Ele troca mensagens com Michael Jordan. Ele tira selfies com Beyoncé e fica lado a lado com um Beckham ainda mais famoso – David. E as chuteiras de Beckham estão sempre calçadas. Ele muda a cultura dirigindo-a, e é por isso que sua lesão afeta a NFL bem além da redzone dos Giants.


A temporada dos Giants esteve a perigo por semanas. Mas a perda de Beckham significa a perda de um dos mais populares embaixadores do futebol americano enquanto o esporte mais popular da América está em meio ao debate social em que o presidente Trump o colocou.

Embora sua atitude seja vista por alguns como seu principal defeito, seu impacto é sentido em toda a liga. “Eu seria negligente se não reconhecesse quão engajado e profissional Odell foi durante toda a semana do Pro Bowl”, disse Troy Vincenti, vice-presidente executivo da NFL, em fevereiro. “Até agora ele representou o New York Giants e a NFL com muito equilíbrio, índole e profissionalismo”.

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O tornozelo fraturado de Beckham, o mesmo que ele havia lesionado na pré-temporada, encerra seu turbulento 2017. O ano que, é claro, começou com Beckham, Victor Cruz e outros jogadores dos Giants festejando em um iate em Miami, com Trey Songz.

Reprodução/Instagram
A polêmica festa de Odell no barco
A polêmica festa de Odell no barco

A festa em alto mar de janeiro veio após a vitória sobre os Redskins que garantiu a classificação para os playoffs, e Odell foi vastamente culpado pela eliminação sem brilho na semana seguinte, contra o Green Bay Packers – e para piorar, como o Twitter não deixa esquecer, os Giants não venceram desde então.

Então, em julho, Odell, que chegou às 3,5 mil jardas mais rápido que qualquer recebedor da história da liga, declarou que ele não queria ser apenas o recebedor mais bem pago da liga, mas também o jogador mais bem pago, em geral.


No mês passado, durante jogo contra o Philadelphia Eagles, os críticos de Beckham salivaram febrilmente com a oportunidade de queimá-lo após uma comemoração de TD em que ele imitou um cachorro urinando na endzone. Ele revelou depois de que a comemoração era uma resposta ao “son of a bitch” (traduzido literalmente como “filho de uma cadela”) dito pelo presidente Donald Trump. Após seu segundo touchdown naquele jogo, menos comentado e debatido, ele levantou seu punho.

Exceto por Kaepernick, e talvez por Lynch, não existe personalidade mais polarizadora que Beckham. A discussão ao redor dele nunca cessa, apenas os temas mudam.

Em um movimento muito bem antecipado, o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, deixou o jogo entre Indianapolis Colts e San Francisco 49ers quando vários jogadores dos 49ers se ajoelharam durante o hino nacional. O dono do Dallas Cowboys, Jerry Jones, foi enfático ao garantir, após a derrota para os Packers, que qualquer membro da equipe que “desrespeitasse” a bandeira não deveria jogar.

Getty Images
A icônica recepção contra os Cowboys
A icônica recepção contra os Cowboys

O coordenador de linha ofensiva do Miami Dolphins, Chris Foerster, foi visto inalando uma substância branca em um vídeo postado no Facebook pela mulher para qual Foerster estava se declarando. O Tennessee Titans negou um teste com Kaepernick após perder seu titular, Marcus Mariota, por lesão, preferindo ficar com o veterano Brandon Weeden.

O astro da defesa do Houston Texans, J.J. Watt, sofreu uma fratura na tíbia da perna esquerda, enquanto, após uma semana de um conflito criado por ele mesmo, Cam Newton, do Carolina Panthers, teve sua segunda performance digna de MVP seguida, com 355 jardas e três touchdowns contra o Detroit Lions.

Então: “Eu sabia que tinha sido feio”, disse o tight end Evan Engram sobre a lesão de Odell. “Feio” era um eufemismo. O tornozelo dele foi só o começo de um massacre no corpo de recebedores dos Giants, que poderia ter formado um dos melhores no futebol. Brandon Marshall e Sterling Shepard também foram tirados do segundo tempo dos jogos de domingo, sendo que o primeiro também deu adeus à 2017, como Dwayne Harris, que teve uma fratura no pé. O revés de domingo também destrói a busca de Odell pelo Pro Bowl e as mil jardas pela quarta temporada consecutiva, e naufraga o sonho de exorcizar os demônios do playoff passado. Isso complica a já nebulosa situação contratual também.

Além de seu melhor jogador de ataque, os Giants perdem seu principal rosto de marketing, com dois jogos de horário nobre ainda restando no calendário, em uma temporada que se encaminha para ser uma das piores comédias de erros na história do time.

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Para a NFL, esta é uma temporada em que a maior manchete veio de fora do campo, e do Salão Oval. A temporada nem sequer está em sua metade e já está presa em dilemas morais, com a saga de Kaepernick para voltar dominando as discussões. E é por isso que a NFL sem Odell é um golpe difícil de aguentar. Não há um plano B para substituir um dos rostos mais reconhecíveis no mundo dentro do maior mercado midiático da liga. Não há como recriar aquela fórmula de rendimento, “swag” e polarização que vinham com o ex-jogador da LSU.

A NFL está em uma posição em que se tornou familiar demais nos últimos anos - embora a lesão de Beckham esteja, obviamente, além de seu controle -, atrás da bola oito.

Quando Beckham foi retirado de campo no domingo, com uma toalha sobre seu rosto para mascarar a dor, ele não precisou dizer uma palavra sequer. Um dos seus amigos famosos já tinha feito isso em uma música chamada “Do Not Disturb”: Eles me dizem que eu preciso de recuperação / Talvez voltar a minha vida regular me deixará humilde/ Eu voltarei em 2018 para lhe dar o resumo.

*Justin Tinsley é escritor de esporte e cultura do The Undefeated. 

**Tradução e adaptação de Rafael Belattini.

Fogos, pizza, machado e até a flanela: na sexta-feira 13, veja as mais bizarras lesões da NFL

ESPN.com.br

O ultimo final de semana foi de graves contusões na NFL. Odell Beckham Jr., Brandon Marshall,  J.J. Watt, entre outros, deram adeus à temporada com conta de lesões sofridas em seus jogos na semana 5.

Com a onda de azar para os grandes jogadores, aproveitamos esta sexta-feira 13 para listarmos as mais bizarras lesões da história da NFL.

Confira as 13 escolhidas e decida se foi apenas azar, ou mais do que isso.

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  • Quem brinca com fogo…

Cliff McBride/Getty Images Sport
Jason Pierre-Paul ganhou luvas 'especiais' após o caso
Jason Pierre-Paul ganhou luvas 'especiais' após o caso

No dia 4 de julho de 2015, Jason Pierre-Paul, defensive end do New York Giants, resolveu festejar a independência dos Estados Unidos com fogos de artifício. Um dos artefatos, contudo, acabou explodindo em sua mão direita. O membro ficou desfigurado, mas ele conseguiu voltar a jogar, e recuperou o grande contrato que havia perdido com a equipe de Nova York.

  • Fogo amigo

Getty
Geno Smith levou um soco no vestiário
Geno Smith levou um soco no vestiário

No mesmo ano, também em Nova York, os Jets ficaram sem quarterback para o início da temporada. Isso porque o defensor IK Enemkpali acertou um soco na cara de Geno Smith em uma briga dentro do vestiário. O motivo seriam US$ 600 que o jogador da defesa acreditava que o quarteback devia a ele. Smith teve o maxilar quebrado pelo golpe, e acabou perdendo a posição de titular.

  • Tudo por uma pizza

Durante a temporada de 2013 o recebedor Nate Burleson, dos Lions, decidiu sair de noite para comprar uma pizza. Contudo, ele acabou batendo o carro e quebrando seu braço ao tentar impedir que a pizza caísse do banco do carona. Se teve que ficar fora de campo, ao menos ele ganhou um ano de pizza grátis e acabou comemorando um touchdown “servindo” a bola como se fosse tal iguaria

Everaldo Marques, sobre lesão de J.J. Watt: 'Não vou ficar chocado se a gente não vê-lo mais em campo'; Paulo Antunes discorda

  • Não tão literal, amigão!

Quando era técnico do Jacksonville Jaguars, Jack Del Rio (hoje nos Raiders) tinha como lema “Keep Chopping Wood” (continue a cortar a lenha). Para lembrar os jogadores, um machado foi colocado no vestiário, mas a ideia não foi nada boa. O punter Chris Hanson resolveu brincar com a ferramenta e acabou cortando seu pé (o de apoio), perdendo metade da temporada de 2003.

Al Messerschmidt/Getty Images
Chris Hanson em ação pelos Jaguars
Chris Hanson em ação pelos Jaguars

  • Mas já?

Um jogo de NFL é repleto de lances perigosos, propícios para contusões. Em 1940, sem tantos equipamentos de proteção, a coisa era ainda pior, mas foi o cara ou coroa que acabou com a carreira do Tackle Turk Edwards, dos Giants. Após a moeda voar, ele virou-se rapidamente para voltar à lateral do campo, mas seu pé ficou preso no gramado e ele lesionou o joelho, tendo que pendurar a chuteira logo em seguida.

Leva de contusões e 0% de aproveitamento: ESPN League analisa péssima fase dos Giants

  • Está me ouvindo?

Sporting News/Getty Images
Chase Blackburn em ação pelos Giants
Chase Blackburn em ação pelos Giants

E não é de hoje que as coisas não funcionam nos Giants. Em 2007, temporada que viria a conquistar o Super Bowl, o defensor Chase Blackburn quase perfurou o tímpano ao usar um cotonete no vestiário. Enquanto limpava a orelha, ele trombou em um repórter e caiu no chão sangrando e dizendo que havia perdido a audição. Com o passar do tempo, ele voltou a ouvir, e comemorou normalmente a épica conquista contra os Patriots.

  • Mas por que foi fazer isso?

STEPHEN JAFFE/AFP/GETTY
Gus Frerotte no confronto contra os Giants
Gus Frerotte no confronto contra os Giants

Em 1997, o quarterback Gus Frerotte, então no Washington Redskins, invadiu a endzone com uma corrida de uma jarda para marcar um touchdown contra o rival New York Giants. Para comemorar, ele resolveu bater com a cabeça em uma parede acolchoada. A ação resultou em uma lesão no pescoço que o tirou do restante da partida e levou-o ao hospital. Ao menos seu time venceu.

  • Segura a emoção, fera!

Tom Hauck /Allsport/Getty
Bill Gramatica em ação pelos Cardinals
Bill Gramatica em ação pelos Cardinals

O argentino Bill Gramatica não marcou seu nome na história da NFL, como o irmão campeão pelos Buccaneers, mas deixou ao menos uma lembrança. Em 2001, após acertar um field goal que dava a vantagem aos Cardinals em partida contra os Giants (de novo eles), a comemoração foi intensa e resultou em uma lesão no joelho que o tirou do restante da temporada.

  • Duas versões, nenhuma é boa

Two Minute Warning do ESPN League tem Jets x Giants, Cam Newton e mais

Fora da temporada 2017, Brandon Marshall já foi protagonista de uma história bizarra. Na verdade, de duas. Em 2009 ele teve um problema nos tendões do braço após atravessa-lo por uma TV. Isso mesmo! No começo a história era de que ele havia escorregado em uma embalagem do McDonalds e caído. Depois, ele afirmou que estava “brincando de luta” com algumas pessoas da família na hora do acidente.

  • Da fama para a cadeia

Getty
Plaxico Burress foi herói no SB XLII
Plaxico Burress foi herói no SB XLII

Em fevereiro de 2008 Plaxico Burress recebeu o passe para o touchdown do título dos Giants no Super Bowl XLII, derrotando o até então invicto New England Patriots. No ano seguinte, ele foi suspenso após atirar na própria perna enquanto estava em uma boate. Para piorar, ele acabou preso por porte ilegal de armas.

  • Sono profundo

Conheça a criança que 'furou' jornalistas e informou Eli de uma das maiores trocas da história da NFL

O hábito de dormir na frente da televisão tirou Kendall Simmons, jogador de linha ofensiva dos Steelers, de um jogo na temporada 2006. Ele pegou no sono enquanto assistia um jogo do Monday Night Football, e acabou sofrendo uma “queimadura” no pé, já que dormiu com um saco de gelo químico no local. Com um ferimento nada bonito, ele foi poupado de colocar a chuteira por um tempo.

  • Karma instantâneo

Clássico é clássico, mas vale a pena pensar bem na hora de executar qualquer gesto. Em 2014, durante um confronto entre Lions e Packers, um defensor de Detroit resolveu comemorar seu sack em Aaron Rodgers imitando a tradicional comemoração do quarterback. O problema é que Stephen Tulloch acabou lesionando seriamente o joelho com o movimento, e ficou de fora do restante da temporada. Confira o gif abaixo:

Reprodução
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  • Até tu, juiz?

George Gojkovich/Getty Images
Orlando Brown pouco depois de levar a flanela no olho
Orlando Brown pouco depois de levar a flanela no olho

Dentro de campo o jogador espera golpes de todos os lados, menos do árbitro. Pois foi um juiz quem complicou muito a vida de Orlando Brown, jogador de linha ofensiva do recém-recriado Cleveland Browns, em 1999.

Em dezembro, contra os Jaguars, ele foi atingido por uma flag lançada por Jeff Triplette para marcar uma falta. Na época, as flanelas traziam milho de pipoca dentro, para fazer peso. Irritado com o golpe, ele levou o árbitro ao chão e foi expulso de campo, sendo suspenso em seguida. Mas a suspensão foi retirada já que o caso era sério. Ele perdeu três temporadas enquanto recuperava a visão e processou a liga pelo incidente. Voltou a jogar apenas em 2003, pelos Ravens, e as flanelas passaram a ter areia no lugar do milho.

Kicker salva o dia para time colegial em jogada de 'rugby'; VEJA

ESPN.com.br

Packers, Cowboys, Chiefs, Bills e mais: Everaldo Marques faz prévia da semana 5 da NFL na ESPN

Com o relógio próximo de zerar e o placar apertado é comum vermos times de futebol americano apelando para o "rugby", com passes laterais na tentativa desesperada de chegar à endzone adversária.


São raríssimas as vezes em que esta jogada da resultado, sendo que na maior parte das vezes o resultado é desastroso, como com os Redskins na última segunda-feira.

Por no futebol do high school, uma jogada dessas foi verdadeiramente inacreditável.

Parecia que o time de Lima Senior High School estava fadada a levar o touchdown da derrota, mas a salvação veio com um tackle de um jogador improvável: o kicker.


Com tantos kickers em má fase na NFL, ao menos na "base" os chutadores são protagonistas uma vez.

Você conhece todos os técnicos da NFL? Teste seus conhecimentos!

ESPN.com.br

Por que amamos o esporte: tradição em estádio motiva crianças no hospital vizinho a lutarem pela vida

Chegamos à 5ª semana da temporada e você já sabe muito bem como seu time joga. 

Provavelmente já observou como os futuros adversários estão se saindo, mas será que conhece quem comanda as 32 franquias da NFL?

Bill Belichick (e seu característico bom humor) é conhecido pela maioria das pessoas que assistiram ao menos um jogo da liga. Mas e aqueles que estão tendo a primeira chance como a "cabeça" de uma franquia?

Será que você conhece todos os técnicos da NFL?

     
     
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Álbum de figurinhas da NFL de 2017 chegou! Veja fotos

Gustavo Faldon, do ESPN.com.br
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Capa do álbum da NFL
Capa do álbum da NFL

Depois do inédito lançamento em 2016, a Panini lançou o álbum de figurinhas da NFL novamente neste ano.  E o blog teve acesso ao conteúdo do livro ilustrado, assim como os cromos.

Divulgação
Brady no álbum da NFL
Brady no álbum da NFL

O álbum traz uma ampla cobertura da  NFL dos EUA, destacando todos os 32 times e seus principais jogadores, os calouros mais cotados, além de seções especiais sobre o Super Bowl, o Pro Football Hall of Fame e o Pop Warner, em um total de 493 cromos adesivos, com 130 figurinhas especiais. O produto pode ser encontrado nas principais bancas e na loja online da Panini (www.lojapanini.com.br) com preço sugerido de R$6,90 para o livro ilustrado e R$ 1,50 para o envelope com 5 cromos.

Nas 72 páginas do álbum, estão contemplados os 32 times da NFL distribuídos entre as equipes da AFC e da NFC , com suas quatro divisões cada – norte, sul, leste e oeste. Cada time é representado em duas páginas do álbum caracterizadas nas cores oficiais da equipe, que reúnem 12 figurinhas de jogadores retratados em cenas de atuação em campo, além dos respectivos mascote e escudo.

 Uma seção especial destaca os melhores momentos do Super Bowl LI, marcado pela vitória do New England Patriots sobre o Atlanta Falcons no NRG Stadium, em Houston, com figurinhas de Tom Brady, O MVP do Super Bowl LI 51.  Aos quase 40 anos de idade, o camisa 12 acertou 43 dos 62 passes que tentou, para 466 jardas, um recorde no Super Bowl, dois touchdowns e uma interceptação.

 Entre os 493 cromos da coleção, estão retratados os maiores astros da NFL como Adrian Peterson, Odell Beckham Jr, Russell Wilson, J.J. Watt, Antonio Brown, Aaron Rodgers, Luke Kuechly, Julio Jones e Rob Gronkowski, entre outros. Um jogador de destaque em cada time é retratado em um cromo diferenciado, com efeito de desenho.

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Cairo Santos estará no álbum
Cairo Santos estará no álbum

 Quem também marca presença no álbum é o embaixador do esporte no Brasil, Cairo Santosúnico jogador brasileiro da NFL. Nascido em Limeira, interior de São Paulo, Cairo joga na posiçãde kicker pelo Kansas City Chiefs. O brasileiro já recebeu o prêmio Lou Groza para o melhor kicker universitário e na temporada de 2016 foi eleito o jogador do mês de novembro da Conferência Americana da NFL na categoria special teams.

Divulgação
Von Miller, LB dos Broncos
Von Miller, LB dos Broncos

KITS PROMOCIONAIS

Acompanhando este aguardado lançamento, a PANINI preparou para o colecionador a opção de também adquirir kits de figurinhas com alguns cards oficiais da coleção americana da NFL lançada pela Panini América, que serão distribuídos aleatoriamente como brinde nos kits especiais disponíveis em quantidades limitadas na loja online oficial da editora (www.lojapanini.com.br)(Kit 1 R$ 156,90: 100 envelopes de figurinhas + álbum + 3 cards aleatórios grátis e Kit 2 R$ 51,90: 30 envelopes de figurinhas + álbum + 3 cards aleatórios grátis)*, este último também disponível em livrarias. Já nas bancas o colecionador poderá encontrar o Blister R$ 45,00: 30 envelopes de figurinhas + 3 cards aleatórios grátis.

 Os cards têm conteúdo bastante variado e poderão ser encontrados desde os mais comuns até os especiais e raros, como: cromados; com pedaços de tecido dos uniformes oficiais usados por jogadores; ou ainda com autógrafos autênticos, de próprio punho, de jogadores e fãs ilustres do esporte. Será uma grande oportunidade para o público degustar a cultura da modalidade.

* Os cards Panini NFL 2017 encontrados aleatoriamente nos kits promocionais são caracterizados como brindes e não fazem parte da coleção oficial de figurinhas NFL lançada pela Panini Brasil. Não será possível solicitar cards faltantes pelo serviço de atendimento ao colecionador Panini, somente figurinhas.


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