Com churrascaria brasileira na lista, veja os restaurantes favoritos das estrelas da NBA

Kevin Arnovitz, do ESPN.com*

Um time da NBA joga 82 partidas (e algumas a mais se ele for feliz), mas jogadores comem centenas de refeições durante uma temporada. O jogo pode ser o evento principal - mas a janta é essencial. Quando é hora de escolher um lugar, os jogadores levam em conta diversos fatores. Eles querem algo mais familiar ou cozinha exótica? Um lugar único ou franquia? Aqui vão 10 restaurantes que a liga ama:

  • 10. Ruth Chris Steakhouse
'É fácil como contar até 3!': como o Golden State Warriors virou a máquina de pontos que assombra a NBA

Quando têm que comer fora de casa, os jogadores da NBA temem o desconhecido, mas eles geralmente querem uma experiência mais urbana do que o que a Cheesecake Factory oferece. Nessas noites, eles vão para essa franquia de carnes que está presente em 27 das 28 cidades da NBA (para visitantes em Oklahoma City, nós recomendamos carne bovina para autenticidade e vegetais para refinados. A entrada de camarão ao molho barbecue é um dos favoritos.

  • 9. Fogo de chão

A churrascaria era classificada como exótica, mas quando os atletas perceberam que ela essencialmente é um "coma-o-quanto-quiser" de carnes servido junto com saladas e verduras, eles começaram a comparecer em massa à casa brasileira. Os jogadores da NBA gostam que a Fogo de Chão aceita reservas e acomoda salas particulares para muita gente. Em março, Jahlil Okafor foi lá com 12 pessoas, incluindo um time juvenil de Chicago. Para lembrar do "gostinho de casa", Nenê é um ávido fã da Fogo de Chão nos EUA.

  • 8. Catch

Localização, localização, localização é o segredo deste emblemático restaurante de luxo. Situado no Meatpacking Districkt, jogadores podem se deliciar com torres de frutos do mar e sushi antes de subirem até o bar na cobertura. Após a refeição, o restaurante fica a apenas quatro quadras do 1OAK, a casa noturna mais badalada dos jogadores da NBA em Manhattan. Desde que o local abriu no ano passado, o Catch em Hollywood - também munido de um bar na cobertura - se tornou um imã para estrelas da NBA durante sua passagem pela costa Oeste na intertemporada.

  • 7. Il Gabbiano

Após Ray Allen arrancar os corações dos Spurs com uma bola de 3 milagrosa no jogo 6 da final de 2013, o técnico Gregg Popovich insistiu que o San Antonio Spurs mantivesse sua reserva neste restaurante italiano no centro de Miami com vista para a baía de Biscayne. A lista enciclopédica de vinhos, risotos e costelas de vitela foram um alívio para os Spurs. Mas a sobremesa veio um ano depois, após o jogo 4 quando eles voltaram ao Il Gabbiano após abrir 3 a 1 na série contra Miami com duas exibições perfeitas de basquete.

  • 6. Benihana

 

Well yall I got up and made it to Benihana. Thank u baby Jesus.

A post shared by Mario Chalmers (@mchalmers6) on Sep 28, 2014 at 6:51pm PDT

Uma pesquisa feita relatou que Paul George lidera a liga em apreço pelo restaurante japonês. Na verdade há um feed de Twitter dedicado às menções de jogadores da NBA ao Benihana. O lugar tem várias coisas que fazem um estilo único. A disposição dos assentos, que se assemelha a um teatro, faz o local aconchegante para refeições em grupo. O bife hibachi, frango e camarão formam uma bomba de proteína em uma liga que cada vez mais se importa com a saúde. E jogadores de NBA admiram as habilidades dos chefs japoneses.

  • 5. Chipotle Mexican Grill

 

Mais popular entre os mais jovens do que entre os veteranos, a franquia de restaurante mexicano é a opção número da NBA dos times que jogam fora de casa, onde há uma chance de ter uma certeza de um local próximo ao hotel do time. Muitos agentes de jogadores procuram um cartão de fidelidade para seus clientes, dando a eles uma refeição grátis por dia. Apesar de ser fast-food, os burritos e outras comidas lá são uma alternativa saudável para as asinhas de frango que dominavam a liga há uma década.

  • 4. Prime 112

Prime 112 é o pós-jogo padrão para qualquer jogador visitante da NBA em Miami. Em 2013 e 2014, LeBron, D-Wade e cia marcaram presença na casa de culinária contemporânea depois de vencer o Indiana Pacers na final de conferência. Depois de pagar a conta, os jogadores estão a um passo das opções de vida noturna de South Beach.

  • 3. Philippe by Philippe Chow

Por mais de uma década, veteranos da NBA não puderam enjoar do satay de frango desse restaurante chinês a uma quadra do Central Park. Mas não é a comida que importa no Philippe - é o glamour e badalação das celebridades chiques que passam por lá. Em fevereiro de 2016, os Warriors alugaram o local após atropelar os Knicks, recebendo cerca de 100 familiares e amigos.

  • 2. Cheesecake Factory
Pippen revela a qual lenda da NBA LeBron deve ser comparado e diz: 'Não superou Kobe'  

Quando essa franquia abrir em Toronto, no fim deste ano, a "Cheesecake Factory" estará presente em todas as 28 cidades com times da NBA.

Essa é uma boa notícia para os jogadores da NBA, que têm um antigo caso de amor com essa franquia. James Harden estava na "Cheesecake Factory" de Oklahoma City quando descobriu que havia sido trocado para o Houston Rockets.

Qual o apelo para os jogadores? Porções enormes, mesas espaçosas que pode acomodar corpos largos e a segurança de saber que o menu e preços são os mesmos em todas as filiais.

  • 1. Nobu

 

Por anos, o chef japonês Nobuyuki Matsuhisa operava uma loja em La Cienega Boulevard em Los Angeles para os famintos do show-biz. Hoje, ele tem o restaurante favorito da NBA. Steph Curry "vive" lá, Ron Artes viu o jogo entre Lakers e Mavericks (do qual ele estava suspenso) na filial em Dallas, e DeAndre Jordan frequenta o Nobu Malibu perto de sua casa regularmente.

*Tradução por Gustavo Faldon. Para ler o material original, em inglês, clique aqui.

 

 

 

 

 

Top 10: os lances mais marcantes da história das finais de Conferência da NBA

ESPN.com*
Na hora de contar o melhor da história nas finais de conferência, bola de 3 que decide é o que manda

Definir os 10 maiores momentos da história das finais da Conferência da NBA é uma tarefa ingrada. Mas não dá para negar: é um trabalho dos mais divertidos.

Enterradas icônicas, roubas de bola impensáveis, arremessos decisivos e surreais no último lance não necessariamente se transformam em um trampolim para o título - apenas três, de fato, se tornariam campeões.

No entanto, são jogadas como essas que superam a lógica e a gravidade e, mais do que isso, são eternas e imortais. Divirta-se! 

  • 10. A enterrada de Starks sobre Grant

  • Finais da Conferência Leste de 1993 | Jogo 2: Knicks x Bulls

Os Knicks não tiveram muitos highlights durante a rivalidade com os Bulls nos anos 90, mas este é um momento que ficou eternizado na memória dos torcedores, mesmo que essas lembranças sejam um tanto nebulosas. Alguns torcedores se referem ao lance como a enterrada de Starks sobre Grant e Michael Jordan, mas, quando você assiste ao replay, está claro que o camisa 23 está longe, encoberto por Grant. Ainda assim, Starks enterrando com a mão esquerda é realmente impressionante.

 

  • 9. Reggie Miller e a cesta de 3 vencedora

  • Finais da Conferência Leste de 1998 | Jogo 4: Pacers x Bulls

Sim, os Bulls venceram todas as finais de Conferência que disputaram nos ano 90 (seis, no total), mas faltou pouco para que os Pacers destruíssem essa estatística. Miller ficou mais conhecido por atormentar os Knicks, mas ele botou medo na série contra os Bulls, especialmente com a cesta de 3 matadora a 0s7. O lance deu a vitória ao time de Indiana no jogo, mas, na série, o time de Jordan levou a melhor, 4 a 3.

 

  • 8. A ponte aérea de Kobe para Shaq

  • Finais da Conferência Oeste de 2000 | Jogo 7: Lakers x Blazers

Uma das mais improváveis viradas da história dos playoffs (a vantagem chegou a ser de 16 pontos) pode ser traduzida na mais icônica jogada da dinastia Kobe-Shaq (ou seria Shaq-Kobe?) nos Lakers. O lance é impressionante, com Kobe acertando um passe perfeito para o voo de Shaq, que completa com uma enterrada brutal. A reação de Shaq após a enterrada ajuda a tornar o lance ainda mais lendário.

 

  • 7. Horry no último instante contra os Kings

  • Finais da Conferência Oeste de 2002 | Jogo 4: Lakers x Kings

Talvez a cena mais chocante dessa jogada, assistindo à sequência inteira, é que Shaq desperdiçou o que seria a cesta que empataria a partida. Se acertasse, o que aconteceria na prorrogação? Ninguém sabe. Ao invés disso, a bola parou no aro, o pivô Vlade Divac, dos Kings, dá um tapinha na direção do topo do garrafão, nas nãos de Horry. O resto é história.

 

  • 6. LeBron “at the buzzer” contra o Magic

  • Finais da Conferência Leste de 2009 | Jogo 2: Cavaliers x Magic

Revendo a história, o lance acabou não significando muito, já que os Cavaliers perderam a série em 6 jogos. Mas, naquele momento, a decisão empatou por 1 a 1 e deu aos Cavs – e, por extensão, a toda a cidade de Cleveland – uma esperança renovada. Mesmo depois de ter conquistado três anéis de campeão em duas cidades diferentes, o arremesso permanece o mais icônico da lendária carreira de LeBron.

 

  • 5. Stockton no ultimo lance contra os Rockets

  • Finais da Conferência Oeste de 1997 | Jogo 6: Rockets x Jazz

Em contraste ao arremesso de LeBron ate the buzzer, esse tiro de Stockton significou tudo para as séries – a cesta literalmente encerrou aquela decisão. Mais conhecido por seus passes preciosos, Stockton foi o cestinha do Jazz naquela partida. Os últimos 3 pontos dos 25 que ele marcou evitaram a prorrogação (e a possibilidade de jogo 7) e impulsionou Utah para a sua primeira aparição nas Finais da NBA Finals por meio de um raro buzzer-beater que decidiu a série.

 

  • 4. Sampson “mata o jogo” contra os Lakers

  • Finais da Conferência Oeste de 1986 | Jogo 5: Lakers x Rockets

Falando em arremessos no ultimo instante que decidiram series, nenhum foi mais improvável do que este toque completamente retorcido de Sampson, que colocou os Rockets nas finais e acabou com as chances de uma trilogia Lakers x Celtics. A carreira de Sampson na NBA foi marcada por lesões e nunca esteve à altura de seu lendário período em Virginia, mas poucos jogadores tiveram um momento de playoff como este.

 

  • 3. Larry Johnson e os quatros pontos contra os Pacers

  • Finais da Conferência Leste de 1999 | Jogo 3: Knicks x Pacers

Tudo depende para quem você vai perguntar. LJ matou uma bola de três e recebeu falta, dirão alguns. Para outros, foi um lance sujo, uma jogada fantasma, pela completa ausência de contato. Não fale sobre esse lance para Jeff Van Gundy, hoje comentarista da ESPN – e treinador dos Knicks em 1999 - e Mark Jackson, armador dos Pacers naquele jogo, a menos que você queira entrar no meio de um debate sem fim. Não importa quem está certo, a história mostra que os Knicks venceram este jogo e depois venceriam a série antes de cair para o Spurs nas Finais da NBA.

 

  • 2. O roubo de John Havlicek contra os 76ers

  • Finais da Conferência Leste de 1965 | Jogo 7: Celtics x 76ers

Os Celtics vinham de seis títulos seguidos da NBA, mas foram levados ao limite pelos 76ers do Wilt Chamberlain nesta série. O Boston liderava por apenas um ponto a segundos do fim quando Havlicek decidiu o jogo. Sam Jones foi seu companheiro no lance e, historicamente, não recebe crédito suficiente para fazê-lo, uma vez que Philadelphia poderia ter a chance de um arremesso final se ele não driblasse o relógio antes que os fãs invadissem a quadra do Boston Garden. Ali, os Celtics se classificavam para as Finais da NBA Finals pelo nono ano consecutivo.

 

  • 1. Larry Bird, o ladrão contra os Pistons

  • Finais da Conferência Leste de 1987 | Jogo 5: Celtics x Pistons

Existem camadas que constroem a grandeza deste lance. Em primeiro lugar, há a roubada de bola de Bird por si só, quando ele parece surgir do nada para se materializar entre o passe de Isiah Thomas para Bill Laimbeer. Bird então consegue ficar em quadra e vira o corpo em direção à quadra, onde ele encontra o companheiro de equipe Dennis Johnson, que aproveitou o caos para invadir o garrafão e conseguir a cesta quase incontestada.

Sem o roubo e a sequência histórica, os Celtics provavelmente teriam sido ficado para trás por 3 a 2 contra os Pistons, com o jogo 6 em Detroit. Em vez disso, Boston passou a vencer a série em sete jogos antes de perder para os Lakers nas Finais da NBA, no que seria a última aparência dos Celtics na decisão até 2008.

*Tradução livre de Ricardo Zanei. O conteúdo original, em inglês, pode ser acessado em "#NBArank: Counting down the top 10 conference finals moments".

LeBron e técnico dos Celtics: os 'injustiçados' na lista final dos prêmios da temporada da NBA

Gustavo Faldon, do ESPN.com.br
Ninguém conseguiu parar LeBron James no jogo 1 das finais do Leste; veja

Não há dúvida de que LeBron James é o melhor jogador da NBA atualmente. Ninguém tem seu impacto e ele talvez seja o único capaz de pegar um time qualquer e transformá-lo em "contender". E, claro, liderou sua equipe a uma inédita virada na final do ano passado contra um adversário que venceu 73 jogos na fase regular.

Porém, é de certa forma surpreendente, mas compreensível, que ele tenha ficado de fora do Top 3 da votação para MVP.

Se pegarmos os números dele em sua última temporada de MVP, em 2012-13, são bem similares aos de 2016-17: 26,8 pontos, 8 rebotes e 7,3 assistências há quatro anos e 26,4 pontos, 8,6 rebotes e 8,7 assistências agora. Mas talvez seja justamente isso que prejudique o camisa 23.

O que LeBron faz agora é o que vem fazendo durante sua carreira nos últimos anos, não é mais "novo". E pelo menos os jornalistas que votam nas premiações da NBA mantêm um padrão quanto a isso.

No fim da última década, Kobe Bryant tinha o mesmo status de LeBron, conduzia os Lakers a títulos, mas não ganhava o prêmio. Muito disso porque do outro lado dos Estados Unidos havia um jovem garoto com "James" escrito nas costas que estava elevando o patamar de uma franquia pequena e dando indícios de que estávamos vendo uma carreira digna de Hall da Fama.

Duelo com Cavs, perda da irmã e pressão em Boston: entrevista exclusiva com Isaiah Thomas

Por isso, LeBron está sofrendo a mesma coisa que Kobe sofria em 2009, 2010. Os números e campanha do time podem ser ótimos, mas os jornalistas preferem já mudar o foco para outra direção.

E façamos justiça: o que James Harden fez nesta temporada é digno de um candidato forte ao MVP. Ele pegou um desacredito Houston Rockets, mudou de posição, teve os melhores números da carreira e terminou numa surpreendente terceira posição no competitivo Oeste.

Russell Westbrook, então, nem se fala. 42 triple-doubles, média de dígitos duplos em pontos, rebotes e assistências, algo histórico, jamais visto antes na NBA.

Impossível parar? Cavaliers têm sequência de 12 vitórias nos playoffs

Kawhi Leonard provavelmente foi quem "tirou" LeBron da votação final. A temporada do San Antonio Spurs foi como costuma ser: no topo do Oeste, atrás apenas dos Warriors. Mas Kawhi, antes conhecido apenas por fazer a diferença na defesa, está cada vez mais se tornando numa arma letal no ataque.

É provável que num futuro bem próximo, talvez até no ano que vem, Kawhi seja eleito o MVP pelo "conjunto da obra". E será merecido. Mas agora, não.

Não dá para dizer que essa forma de pensar nos caras que votam no MVP esteja errada. No futebol, por exemplo, vimos a Bola de Ouro ficar "bipolarizada" entre Messi e Ronaldo mesmo com ambos não ganhando um título expressivo ou tendo alguém, às vezes no mesmo time, que talvez merecesse tanto quanto eles o prêmio.

Técnico dos Celtics: 'É difícil acreditar, mas LeBron está melhor do que quando entrei na NBA'

O caso de LeBron, dá para entender os motivos. Mas o de Brad Stevens não.

O técnico do Boston Celtics merecia um lugar no "pódio". Stevens tirou o "monopólio" do Cleveland Cavaliers e classificou seu Boston Celtics, quinto ano passado no Leste, em primeiro. Além disso, Boston não tem um time de encher os olhos, tem suas limitações e defeitos. No papel, certamente não estava cotado para liderar a conferência na pré-temporada.

Os finalistas para técnico do ano são Gregg Popovich - que deveria concorrer todo ano por ser o melhor da NBA, possivelmente o maior da história -, Mike D'Antoni, dos Rockets, e Eric Spoelstra.

Eric Spoelstra é um excelente técnico, que eu honestamente acho desvalorizado pelo trabalho que fez e faz no Miami Heat, comandando o time em quatro finais, ganhando duas, e quase o levando aos playoffs em 2017.

É verdade que o Miami Heat era tido como saco de pancadas antes do início da temporada e ter ganhado 41 jogos, batendo na trave por uma vaga nos playoffs, foi algo inesperado. Mas ainda assim, o time nem foi aos playoffs.

Os prêmios da NBA sempre são muito discutíveis, especialmente o de melhor técnico. Phil Jackson, que ganhou mais títulos do que qualquer outra pessoa como "coach" (11) foi eleito o melhor da profissão apenas UMA vez, mesmo número de Mike D'Antoni, Mike Brown...

Um time perdeu de propósito na NBA... e isso não quis dizer nada

Ricardo Zanei, do ESPN.com.br*
Getty
Mark Cuban é dono do Dallas Mavericks e bilionário do ramo digital

"Assim que os Mavs ficaram sem chances de playoffs, fizemos todo o possível para perder jogos."

A confissão acima veio de Mark Cuban, o dono do Dallas Mavericks, falando sobre a reta final da temporada 2016-2017.

A prática é algo - comum? - na NBA. A lei permite? Sim. É moral? Não, né. 

De qualquer forma, quanto pior sua colocação, melhor sua posição no Draft. Melhor posição no Draft, melhor é o jogador a ser escolhido. Logo, perder jogos vira planejamento para o futuro. Certo?

O que Cuban não contou é que a tática tinha tudo para dar certo, mas deu errado. Os Mavericks foram eliminados oficialmente em 1º de abril. Sem mentira.

Durant rebate críticas de dono dos Mavericks a Westbrook: 'É um idiota'

Até essa data, eram 31 vitórias e 44 derrotas. Naquele momento, o time detinha a nona pior campanha da NBA.

Depois, os números pífios mostram que Cuban tem razão: 2 vitórias e 5 derrotas, encerrando a temporada com 33-49. Mas o resultado da tática não surtiu efeito, e a equipe terá a nona escolha no Draft.

Em resumo: os Mavericks podem até ter entregado o jogo, como o chefão da franquia admitiu, mas não valeu absolutamente nada. E aí, Cuban?

*Com ESPN Stats & Info.

O top 10 de todos os tempos dos uniformes da NBA

Paul Lukas, para o ESPN.com
Getty Images
Larry Bird e Dominique Wilkins fizeram um encontro com uniformes icônicos em 1988
Larry Bird e Dominique Wilkins fizeram um encontro com uniformes icônicos em 1988

Uniformes de basquete apresentam um desafio para aqueles que os desenham. Não há um acessório na cabeça, nem calça cumprida, ou mangas (bem, geralmente), então você não tem muito espaço para trabalhar. Além disso, os números dos jogadores precisam aparecem na frente da camisa, o que acaba ocupando uma área nobre.

Então não chega a surpreender que os uniformes de basquete foram, historicamente, menos interessantes que os do beisebol, futebol americano e de hóquei.

Mesmo assim, alguns uniformes da NBA são melhores que outros. Mas qual dele é o melhor de todos?

Numa tentativa de responder esta questão, aqui estão os escolhidos deste colunista de uniformes para os 10 melhores da história da NBA. Para aqueles que acompanham, as regras são: nada de uniforme alternativo ou comemorativo, apenas vestimentas de casa e de visitante. Nada de uniformes da extinta ABA também (desculpe-me, Spirits of St.Louis!), embora os modelos da “era ABA” de franquias que foram para a NBA fossem elegíveis.

Certo, chega de preliminares. Preparar, apontar, discutir!

  • 1 – San Francisco Warriors, no final dos anos 1960

Todos deveriam concordar com este, certo? Desde a Golden Gate na frente, até o bondinho nas costas, tudo sobre o fabuloso desenho do “The City” é pura perfeição. Os Warriors merecem elogios por usar esta base em seu atual uniforme. (Mais informações sobre o desenho original do “The City”, veja aqui, em inglês).

  • 2 – New York Nets, meados dos anos 1970

Hoje em dia, praticamente todos os times de todos os esportes vestem estrelas e listras em diversas ações promocionais de patriotismo. Mas algum destes uniformes foi tão bonito quando o usado na era de Dr.J nos Nets? Não.

  • 3– Atlanta Hawks, nos anos 1980

Os Hawks tiveram alguns chamativos (ou de machucar a vista) uniformes ao passar dos anos, desde a fantasia de falcão do final dos anos 1990 até o “acolchoado neon” atual. Mas o modelo dos anos 1980, com a linha grossa e a escrita diagonal, foi a mistura certa de animado e audacioso. Este foi um dos mais inovadores desenhos da época, e envelheceu extremamente bem.

  • 4 – Boston Celtics, de qualquer época

Em alguns momentos você não quer inovação – você quer apenas o clássico. E não existe nada mais clássico que o infindável verde e branco de Boston. Seja vestido por Bill Russell, Larry Bird ou Isaiah Thomas, este é o visual definitivo da NBA. Triste que os Celtics irão macular ele na próxima temporada com o patrocínio da GE.

  • 5 – Washington Bullets, nos anos 1970

Das linhas horizontais até o grande logo no peito com duas mãos disputando uma bola no alto, o velho estilo dos Bullets era belo. A atual “encarnação” da franquia, Washington Wizards, tem se inspirado nele para seus atuais uniformes, mas não dá para competir com a versão original.

  • 6– Indiana Pacers, no início dos anos 1970

 


Ah, as listras de corrida. Tão simples, mas tão dinâmicas! É verdade que este modelo também foi usado pelos Hawks, mas sempre pareceu ficar melhor em Indiana, parte por causa da melhor combinação de cores, mas também porque as listras de corrida fazem mais sentido para os Pacers, já que o nome se refere aos “pace cars” das 500 milhas de Indianápolis.

  • 7– Denver Nuggets, nos anos 1980

“Ei, você sabe que tem uma regra sobre ter que mostrar o número na frente da camisa? Ninguém falou que precisa ser posicionada no centro, certo? Se nós fizermos menor e movê-la para cima e de lado, teríamos espaço para várias coisas legais, como uma silhueta do horizonte de Denver. Mas isso vai precisar ficar em cima de alguma outra coisa. Hummmm. Que tal contornar a camisa com as listras do arco-íris? Sim!”

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  • 8– Seattle SuperSonics, no final dos anos 1970

Falando sobre contornar com listras, os Sonics dominaram este elemento de design. As listras serviram para abrigar o nome do time na frente, e o nome do jogador atrás – legal, não? E não há como dar errado com a combinação de cores de verde e dourado. Lamentável que a franquia não tenha mantido o legado da cores quando se mudou para Oklahoma City e tornou-se o Thunder.

  • 9– Phoenix Suns, atual

Este deve surpreender as pessoas, mas o modelo atual dos Suns, que foi introduzido em 2013, passam uma sensação de clássico moderno. Ele é baseado no conjunto do time nos anos 1990, mas aparenta mais classe, e é menos cartunesco. A forma com que as linhas diagonais sugerem a presenção da bola (ou, se você prefere, do sol) sem precisar mostrar isso é um grande artifício de design que faz com que sua memória visual complete o espaço em branco. Os Suns encheram seus guarda-roupas com muitos uniformes alternativos estranhos, mas os básicos de mandante e visitante – especialmente o branco – são de primeira classe. Esperamos que eles fiquem com este visual por muitos anos.

  • 10– Portland Trail Blazers, nos anos 1980

Você não vê listras diagonais sendo usadas com frequência em uniformes esportivos, mas os Blazers fizeram disse elemento suas assinaturas por quatro décadas, e contando. Eles usaram diversos modelos com listras diagonais ao longo dos anos, mas a melhor versão foi a primeira delas, com a escrita toda em letras minúsculas.

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