Existe Copa do Mundo de Paraglide, e eu fui ver de perto!

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Como já falei em alguns relatos por aqui, tenho pânico de altura. Quando o assunto é avião ou voo livre, misericórdia, é um verdadeiro Deus nos acuda. Nunca tive vontade de saltar de paraquedas, asa delta ou algo parecido, mas sempre acompanhei amigos nessas peripécias... do chão, que, convenhamos, é zero emoção. 

 Na minha última ida a Santos, me deparei com uns quatro ou cinco paragliders voando sobre a praia e me bateu uma curiosidade imensa de conhecer mais sobre o esporte. Pensei comigo: quero saltar disso aí! Não sei ao certo de onde veio essa vontade, afinal, baita contradição para quem tem pânico de altura. 

Querer e fazer são ações completamente diferentes. Voltei de Santos com muita vontade de saltar, mas decidi estudar um pouco mais o esporte antes de me arriscar. E nessa de pesquisar e entender o mínimo para poder experimentar, conheci o Pico do Gavião, a quinta melhor pista do mundo para paraglider, que fica em Águas da Prata, no interior de São Paulo, quase em Minas Gerais. 

 Comecei a acompanhar não só o esporte, mas tudo que o envolvia. No sábado passado, foi a final da Paragliding World Cup, que reuniu atletas dos mais diversos países no Pico do Gavião. Fui ate lá para acompanhar a competição e conhecer muito mais de perto essa modalidade que me chamou tanto a atenção. 

 Só a ida até o Pico do Gavião vale! O visual é incrível e o lugar tem estrutura para visitantes - isso inclui lanchonete, banheiros, loja e até espaço para crianças. Se prepare para aventura! Apesar da estrada que leva ate lá ser excelente, existe um bom trecho de estrada de terra. 

 Para entrar no Pico, é cobrado o valor de R$ 10 - leve dinheiro para garantir. Caso anime um salto, o duplo com instrutor sai em torno de R$ 300, mas não foi dessa vez que criei coragem para saltar. Fiquei de novo com muita vontade, mas por ser meu primeiro contato real com o esporte preferi só observar.  

 O primeiro contato já foi intenso o bastante.... conheci instrutores, atletas e, pasmem, até acompanhei o primeiro dia de salto solo de um aluno. 

 

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Quem saltou garante que a sensação é única. Não duvido. A sensação deve ser de liberdade absoluta! Diferente do paraquedas, que descarrega de uma única vez toda a adrenalina que a gente vai experimentar na vida, o paraglider me parece mais "ameno", mas não menos radical, que fique claro. 

 Do chão, qualquer sensação que eu contar aqui vai parecer "ok".  Afinal de contas, não experimentei a adrenalina. Mas já tenho até data para sair: combinei com amigos o salto para outubro. 

Meus amigos são seres incríveis!!!!  Já sabem que, depois de muita análise, eu vou! Hahaha 

 Então prepara aí que em outubro vai ter post do meu salto de paraglider! ;) 

 O meu primeiro contato com o esporte foi bem legal e, para jogar a real, até complexo. Quis entender como funcionava absolutamente tudo, do equipamento ao vento. E de vento, eu percebi que não entendo absolutamente NADA! Rs. 

Foi incrível acompanhar parte da competição, aprender sobre as regras de voo, ver pessoas comuns saltando e adorando logo na primeira vez. 

 Mas incrível mesmo foi o visual, daqueles que só o esporte pode proporcionar, sabe? Se for visitar o Pico do Gavião, seja para saltar ou só aproveitar, fique ate o pôr do sol. É mágico!

 Siga o Pico do Gavião no Facebook e no Instagram.

Entre amigos - o que o esporte une, ninguém separa!

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Com amigos é sempre melhor. Essa é uma das minhas teorias de vida que vai dos programas de índio a viagens incríveis e inclui práticas esportivas. Digo isso com a certeza de ter os melhores e mais animados comigo. 

Ter alguém para te incentivar no burpe ou na subida da parede de escalada pode até parecer bobo, mas faz uma diferença absoluta. Já fiz amigos nas baladas da vida, mas foi no esporte que eu realmente encontrei a minha turma. Costumo dizer que aquilo que o esporte une, ninguém separa. 

Em tempos de tantas práticas esportivas por conta do meu trabalho, chego a fazer duas ou três aulas de diferentes modalidades por dia, e ter amigos que topem acompanhar e experimentar as possibilidades comigo é incrível. É um estimulo para mim e uma experiência para eles. 
 Amigos assim, que de cara topam tudo, dizem muito sobre as verdadeiras parcerias. Afinal de contas, o que é a amizade senão a maior e melhor parceria? 

Gosto de gente que quando eu digo "Vamos?", responde "Vamos". Pode ser para uma viagem maluca para o litoral ou simplesmente praticar Yoga no parque, pode ser para fazer nada também. 

É de tamanha importância ter bons parceiros em atividades esportivas, não só para ir além dos próprios limites, mas principalmente para saber a hora de parar. Encontrar o limite entre a dedicação e o exagero é essencial para bons resultados. E mais do que isso, dividir com alguém a sensação de "quebra de limites". A parceria no esporte faz isso: nutri relações. 

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No final de semana passado, desci para o litoral com uma amiga. A nossa programação tinha de tudo... meditação, yoga, workout, corrida na praia, sol, alimentação saudável e rolou até beach tênis. A cada novidade que surgia, olhávamos uma para outra e o "bora" estava no olhar. Teve preguiça, obviamente, mas era uma puxando a outra para a atividade física. 

E são essas amizades que devemos ter ao nosso redor. Hoje, quando analiso quais são as cinco pessoas com quem mais convivo, abro um sorriso. Se for mesmo verdade que somos a média dessas pessoas, devo mesmo ser muito abençoada. 

Não basta ser amigo nas horas de diversão, tem que ser parceiro no treinão (risos). Entre esses e outros estímulos, sigo no objetivo de experimentar todos os esportes possíveis. Sigo, também, no objetivo de diminuir a gordura corporal e nada, absolutamente nada, é melhor do que ter um amigo para dizer: 

 - Vamos dividir a salada. E um vinho! 

Equilíbrio. Sempre. 

Yoga e o poder da conexão

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No final de 2016, entre as minhas resoluções de ano novo, estava tentar a Yoga mais uma vez. Havia iniciado a pratica duas ou três vezes, abandonando logo depois. Pensava, de fato, que aquilo não era para mim. Concentração? Respiração? Esvaziar a mente? Tudo parecia impossível. 

 2016 não havia sido um ano tranquilo, as mudanças eram inúmeras. Neste ano de 2017, a palavra que não saiu da minha cabeça foi conexão. E foi novamente aí que eu esbarrei na Yoga e na meditação. Era hora de abrir o corpo e a mente para o movimento do universo. 

 Como já praticava meditação, na Yoga encontrei o que faltava para conectar o fio à fonte de energia. Foi mágico quando esse contato aconteceu! Eu tinha mesmo que estar ali, presente. 

 Mas a conexão não está na pratica em si, está no dia a dia, nas pessoas e nos lugares que frequentamos, nas escolhas que fazemos e, principalmente, dentro de nós. Hoje, mais do que nunca, acredito que a Yoga é o chamado para algo maior. É a ponte, não o destino. 

 E diante dessa consciência, automaticamente mudei nossas prioridades. Mudei também minha maneira de enxergar o mundo. Digo isso com a certeza da mudança que aconteceu por aqui. Não foi só o interno que mudou, o externo se transformou. Mudei de cidade, minha carreira, descobri novos amigos e, principalmente, nunca estive numa fase tão presente em absolutamente tudo o que faço. 

 O comportamento diante do outro também mudou. 

Sem dúvida alguma houve uma conexão. A minha performance diante de tudo muda, dos treinos à carreira. A maneira de superar obstáculos e alcançar objetivos, incrivelmente. 

 

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Parece que tudo fica mais claro, pelo simples fato de ter despertado uma presença que antes parecia não existir. 

 Pudera, a ansiedade não deixava muita coisa acontecer. Com a ansiedade na liderança, nos perdemos da nossa verdade. Tudo fica mais sombrio porque vivemos, com frequência, em um estado que não sabemos ao certo se vai existir, o tal do amanhã. Estamos o tempo todo presos em projeções e resultados futuros. 

 Com tantos estímulos do mundo externo, é natural se perder pelo caminho. Por esse e outros tantos motivos, é essencial tirar um tempo para cuidar do interno. 

 Ler alguns livros como o Originais, do fantástico Adam Grant, Essencialismo, de Greg Mckeown e Outliers, de Malcolm Gladwell (Meu preferido). Me trouxe muito mais clareza para aplicar os fundamentos da Yoga na rotina. Talvez por mostrar que boa performance não é apenas para gênios ou esportistas fora da curva.  Boa performance e incríveis resultados chegam para aqueles que estão conectados e, mais do que isso, são dedicados. 

Dedicação é uma ótima palavra para combinar com conexão. 

Conheça o Strong Funcional, uma alternativa ao crossfit

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Conheci a metodologia do educador físico Ricardo Mitsuo por meio da Renata, uma amiga que me levou para conhecer a Strong Funcional, box onde ela treina. O Ricardo é formado em Educação Fisica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e tem especialização em treinamento. Trabalha há 16 anos com o treino funcional, "na essência" , ele deixa bem claro na nossa primeira conversa. 

Hoje, existem muitas variações e adaptações do funcional. A metodologia criada pelo Ricardo busca o melhor desempenho do movimento, com cargas e evolução do corpo, como um todo. A qualidade do treino e o movimento correto são as duas coisas que mais importam. Percebi isso no início da aula experimental que eu fiz no box da Strong, em Moema, São Paulo.

Todos os exercícios são guiados pelo time de educadores físicos da Strong. A carga só é trabalhada depois que o movimento do exercício está correto. O Ricardo preza pela lesão zero, mesmo nos exercícios que exigem forca. Obviamente que, como qualquer atividade, existe a chance de lesionar, mas a técnica dos movimentos ajuda na prevenção. 

Tudo é técnica! Percebi isso durante o circuito em que o Ricardo me acompanhou. Um dos exercícios era levantar um pneu por meio do agachamento. Obviamente que a primeira força que o nosso corpo faz não é a do agachamento em si. Fazemos força no braço - muito mais difícil, diga-se de passagem. Mas voltando à técnica, a força tem que vir por do agachamento. Pronto, três repetições e o encaixe. Não era tão difícil assim. Movimento certo e com carga (O pneu pesava 50kg!).

A metologia criada pelo Ricardo foi inspirada na competição de Strongman. O marido da prima dele era atleta amador e sempre acompanhavam juntos as competições, inclusive transmitidas pela ESPN anos atrás (“Homem mais forte do mundo"). Foi observando as provas de Strongman e estudando movimentos que decidiu adaptar um treino de força bruta dentro do funcional. Dessa adaptação, surgiu o Strong Funcional, um treino completo, dinâmico e com qualidade de movimento.

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Durante a uma hora de aula, o Ricardo fazia questão de relacionar os movimentos ao nosso dia a dia. Por exemplo, a técnica usada para levantar o pneu é a mesma que podemos usar para tirar caixas pesadas do chão. 

Na Strong, tudo é individual, do planejamento ao treino. Existe acompanhamento e, principalmente, respeito e cuidado com o aluno. Apesar de as aulas serem coletivas, todos são monitorados pelos professores o tempo todo. 

Confesso que, quando cheguei no box, estranhei porque o box até lembra o Crossfit - e eu ainda não contei aqui (rs), mas a minha primeira aula de Crossfit foi meio traumática. Respeito o esporte, mas respeito, também, o meu corpo e vi que aquela modalidade não era para mim.

O Strong Funcional, apesar de utilizar força  e carga, é  completamente diferente, dos estímulos à metodologia. 

Vale a pena experimentar! 

Valeu Ricardo e time Strong ;) 

Acompanhe a Strong no Instagram: @strongfuncionalbrasil

Poker, o jogo que pode ajudar seu negócio a decolar

Divulgação
Poker pode ser usado nos negócios
Poker pode ser usado nos negócios

Se você nunca ouviu falar do Felipe Mojave, seria bom, antes de começar a ler esse texto, dar um Google. Felipe é jogador profissional de poker. Os títulos? São muitos. Ouvi falar do Felipe pela primeira vez na Viva, minha assessoria de imprensa que também é a dele. Hora ou outra, iríamos nos conhecer, e assim aconteceu.

Já fazia algum tempo que eu queria falar sobre poker aqui no espnW, até pelo número crescente de mulheres jogando. Foi a deixa. Liguei para o Felipe para batermos um papo e logo ele começou a me contar essa história – maravilhosa, diga-se de passagem – do poker para negócios.


Para minha surpresa, assim como eu, o Felipe veio da área de negócios. Trabalhou por anos em uma multinacional americana, até perceber que o Poker era a sua vida, não só como jogador profissional, mas também como coaching de poker. Pasmem!

Nunca joguei poker na vida, mas sempre tive vontade de conhecer o jogo/esporte mais de perto. Muito por curiosidade, mas principalmente por envolver estratégia e análise de jogadores. Bingo! É muito mais interessante do que eu imaginava.

Diferente do que muita gente pensa, o poker não é um jogo de sorte, é jogo de probabilidade. Chamado de Mind Game, assim como o xadrez, o fator sorte até existe, mas não é tudo. Existem regras e posições, e mais do que um jogo estratégico, é um jogo de pessoas. Democrático, diga-se de passagem! Homens e mulheres a partir de 18 anos podem participarem de torneios.

É um esporte individual, que exige observação e atenção nos mínimos detalhes. É necessário estudar, entender estrutura e tática de jogo. E o Felipe ainda disse mais: é preciso praticar! Esse é, de longe, o grande “segredo” do poker.

Reprodução/Instagram
Praticar é o segredo do poker
Praticar é o segredo do poker

“Para conhecer uma pessoa, basta jogar uma rodada de poker com ela”, quando Felipe me falou essa frase eu ri, apesar de saber que deve ser a mais pura verdade. Por meio do poker, dá para ler quem joga limpo, quem é estratégico, quem engana, etc.

Por ter trabalhado na área de negócios, Felipe aproveitou o poker para ajudar empresas, desde negociação com clientes até o desenvolvimento profissional de funcionários e gestores. Sua consultoria entrega resultados incríveis para empresas.

Primeiro porque tudo envolve observação, isso significa ficar de olhos bem abertos nos oponentes. Aguça  o desenvolvimento profissional e estratégico nas áreas de vendas, marketing e relacionamento, apesar de ser voltado para todo tipo de área/empresas.

Reprodução/Instagram
Felipe Mojave é jogador profissional de poker
Felipe Mojave é jogador profissional de poker

Outro ponto que discutimos é que boa parte dos executivos, hoje em dia, é imediatista e são poucos que trabalham as reais oportunidades. Engano seu pensar que essas oportunidades estão no mercado, elas devem ser criadas e aí entra o Felipe, já que a grande maioria ainda é muito passiva para negócios.

Nunca imaginei que o poker pudesse ser trabalhado de maneira tão positiva no ambiente corporativo. A disputa entre as pessoas é tanta, que muitos esquecem de relaxar e focar no que realmente importa: observar.

Assim como no poker, existe gente que blefa demais e cria oportunidade de menos. Entre ambas existe um abismo a ser explorado. No “essencialismo”, despertamos em nós a regra dos 80/20. No poker, aprendemos que essa é, sem dúvida, uma das melhores posições para jogar.

A arte de observar, no poker ou nos negócios. Deve estar aí o “ponto da virada”.

Acompanhe o Felipe Mojave no instagram: @felipemojave

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