Ele já é o grande personagem desta temporada da NBA e um mito nas redes sociais

Gustavo Hofman

Todas as quintas-feiras o time de Kansas, na pré-temporada, se reunia para uma atividade de grupo chamada "Thursday Vibes". Os jogadores formavam uma roda e tinham que compartilhar segredos e relatos pessoais. Uma forma encontrada pelo técnico Bill Self de unir ainda mais o elenco. Em determinada ocasião, Joel Embiid chamou a atenção de todos.

Recém recrutado pela universidade, o pivô camaronês de 2m13 ainda não era tão íntimo de todos os companheiros no verão de 2013. Quando chegou sua vez, contou uma das mais incríveis histórias que as pessoas ali já escutaram. Aos seis anos, foi enviado pela família para a selva para se tornar homem, e nesse ritual ele matou um leão com as próprias mãos. A maioria acreditou.

Há dois meses, em entrevista ao jornalista Adrian Wojnarowski, ele lembrou do episódio com muito bom humor e um pitaco de crítica à sociedade dos Estados Unidos. A história já tinha sido contada, também, em ótimo artigo de Rustin Dodd.

"Os americanos não têm ideia do que acontece no mundo, especialmente conosco, os africanos. Quando eles pensam em africanos, nos imaginam correndo atrás de leões e tigres, além de outros animais. Quando cheguei em Kansas eu meio que usei isso a meu favor, contando como eu matei um leão e como isso me tornou um homem. Aos seis anos tive que entrar na selva, matar um leão e carregá-lo nas costas até a vila para mostrar que eu era homem. E eles compraram isso... Não sei. Isso pode ser verdade, isso pode ser falso. Não sei. Depende da percepção".

Esse é apenas um dos muitos episódios marcantes da curta e já marcante vida de Joel Embiid, de apenas 22 anos e bastante atuante nas redes sociais.

O bom humor marca seus textos no Twitter e no Instagram. Ele gosta e costuma paquerar celebridades, mesmo que algumas já sejam casadas. Ou então dança com as cheerleadears.

 

 

 

 

 

 

Ainda na pré-temporada da NBA, concedeu entrevista ao lado de Jahlil Okafor ao jornalista Kevin Neghandi, da ESPN. Lembrou desssas paqueras, elogiou as roupas de Tim Duncan e garantiu diversas risadas aos presentes.

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Vestuário de Tim Duncan, provocação no Fifa e até 'xavecos': Promessa dos 76ers é estrela no twitter

 

Costuma se divertir com pedidos de votos para estar no All Star Game. Conta que certa vez tomou um fora de uma garota com a seguinte frase: "Me ligue quando você for um All Star". Além disso, nos últimos dias "zoou" Hassan Whiteside, que o teria criticado indiretamente justamente pela forma como pede votos.

 

 

Após a heróica vitória dos 76ers na semana passada sobre o New York Knicks, ele mudou a foto do seu perfil no Twitter. Colocou uma montagem de TJ McConnell, autor da cesta salvadora, ao lado de Michael Jordan fazendo a mesma celebração.

Nesta semana imitou a lenda do WWE Triple H ao entrar em quadra, após o lutador o apoiar na "causa All Star" e por conta da sua comemoração, justamente, com McConnell. E ele é um dos mais votados na Conferência Leste, agora recebendo apoio de outras personalidade, como o ator Kevin Hart e o QB do Philadelphia Eagles Carson Wentz.

 

 

 

 

No Instagram, não costuma ter pena de criancinhas e gosta de analisar momento específicos de um jogo de basquete.

Lil man thought he had it ha!!!!! Had an amazing time with the fans today #TrustTheProcess

Um vídeo publicado por Joel "The Process" Embiid (@joelembiid) em Ago 27, 2016 às 4:23 PDT

 


E teve torcida na Eurocopa também, além de uma tentativa de contratação para os Sixers.

 

 

 

 

 

Ah, já ia me esquecendo de um pequeno detalhe! Acima de tudo, Joel Embiid é um jogador excepcional.

Após ser descoberto pelo compatriota Luc Richard Mbah a Moute, atualmente no Los Angeles Clippers, se mudou para a América do Norte aos 16 anos com o intuito de aprender a jogar basquete e se profissionalizar.

Até então, ele dedicava a maior parte de seu tempo ao vôlei e ao futebol, onde atuava como goleiro. Seu pai, Thomas Embiid, fora jogador de handebol. Só que Mbah a Moute se impressionou com o garoto em um treinamento e o levou junto com seu irmão mais novo, Roger Mbah a Moute, para Milwaukee. Lá ele treinou com o técnico Mike Lee, que também ficou boquiaberto com a capacidade atlética daquele jovem, e seguiu para a Flórida onde cursou o high school em Montverde Academy e depois na Rock School, em Gainesville. Bill Self o descobriu, recrutou e afirmou: "Ele pode ser um franchise center".

Houve outro episódio também, relatado pelo treinador, em que os dois conversaram sobre a possibilidade de Embiid ser a primeira escolha no draft. O jogador, então, rebateu que deveria primeiro aprender a dirigir. Self respondeu que realmente era melhor fazer isso, antes de comprar um carro de 130 mil dólares.

A única temporada no college confirmou as expectativas e Embiid foi a terceira escolha no draft de 2014, selecionado pelo Philadelphia 76ers. No entanto, por conta de lesões sequencias nos pés, perdeu dois anos da carreira e só pôde estrear nesta temporada pela equipe. E o impacto dele na liga é impressionante.

Além de tudo já relatado que corrobora para ser um dos atletas mais carismáticos da NBA, Joel "The Process" Embiid é um monstro. Já foi comparado a Hakeem "The Dream" Olajuwon pela mobilidade, jogo de pernas e habilidade. Ao mesmo tempo, consegue se impor fisicamente como outros grandes da história.

 

Com tempo limitado em quadra por causa das lesões e como forma de precaução, Joel tem atuado apenas por 25 minutos por jogo. Mesmo assim está com 19.6 pontos, 46% de aproveitamente nos arremessos, 7.6 rebotes, uma bola de três por partida, além de dois tocos e duas assistências em média (estatísticas até 14/jan).

Na já citada entrevista a Adrian Wojnarowski, o jogador permite transparecer seu lado sério também, e deixa claro a importância do amadurecimento que teve nos dois últimos anos. Não só pela convivência com os atletas da NBA e todo aprendizado fora da quadra, que o permitiram ser um rookie melhor preparado, mas acima de tudo o sofrimento pelo qual passou. Tanto tempo afastado do jogo e a trágica morte de seu irmão mais novo, Arthur, em um acidente de carro em outubro de 2014.

O Philadelphia 76ers teve paciência e esperou por Joel Embiid. Ele já valeu O Processo.

A Copa do Mundo com 48 seleções é fruto de ganância e politicagem

Gustavo Hofman
STRINGER/AFP/Getty Images
Gianni Infantino, presidente da Fifa, durante evento
Gianni Infantino, presidente da Fifa, durante evento

Quarenta e oito seleções, 80 jogos, 32 dias, renda de R$ 21 bilhões. Esses podem ser os novos números da Copa do Mundo a partir de 2026. Números que indicam ganância e politicagem.

Gianni Infantino assumiu a presidência da Fifa com a ideia de expansão da principal competição entre países no futebol. Inicialmente, confirma sua força entre as federações nacionais.

De acordo com o companheiro Jamil Chade, a divisão de vagas pode ficar assim: América do Sul 6.5, Concacaf 6.5, África 9.5, Ásia 8.5, Europa 16 e Oceania 1. Na prática, aumento de três para os europeus, quatro para os asiáticos, quatro para os africanos, duas para os centro-americanos e uma para os sul-americanos, além da manutenção de dois postos via repescagem (por isso o 0.5).

O própio Jamil divulgou em seu Twitter como seria a nova fórmula de disputa, que manteria o limite de sete partidas para a campeã, mas alteraria a fase de grupos para três seleções por chave.

A perda técnica é inegável, tanto que a federação alemão já vinha reclamando há tempos. Aumentar para 48 equipes resulta em mais times fracos ou medianos em uma competição que deveria reunir a nata de cada continente.

Há, ainda, a questão prática sobre o formato atual simples e que funciona com 32 seleções.

Alguns podem defender a "democratização" da Copa, mas na prática a Fifa quer agradar seus eleitores e aumentar seus ganhos. A projeção de R$ 21 bilhões de renda é 35% superior ao alcançado no Brasil em 2014.

O discurso da entidade de promover a evolução do jogo em regiões periféricas com essa alteração não se sustenta. Não é com a participação de uma seleção na Copa que o país vai evoluir, e sim a partir de trabalho de base, fortalecimento dos clubes locais e investimento em infra-estrutura.

Talvez a única boa notícia envolvendo a Fifa neste domingo tenha sido a possibilidade de união da América. Poderia haver uma única eliminatória americana, com países da Concacaf e Conmebol. Se isso gerar uma Libertadores da América grande, com fase eliminatória e bem planejada para toda temporada, o continente ganhará com certeza.

Era uma vez em Stoke...

Gustavo Hofman
Getty
Peter Crouch marca contra o Arsenal o gol mais rápido da temporada da Premier League
Peter Crouch começou a maldição...

Nas distantes terras de Stoke-on-Trent, na região norte da Inglaterra, perdura uma maldição. Jamais outro jogador inglês voltará a marcar um mísero gol pelo Stoke City na Premier League! Tudo começou no fatídico 24 de maio de 2015...

Caía a tarde em um domingo qualquer. Mais de 27 mil pessoas compareceram ao Britannia Stadium sob o nublado céu da primavera inglesa. Em campo, o time da casa receberia o Liverpool. No entanto, já havia algo especial naquela partida, afinal, se tratava da despedida de Steven Gerrard.

Diouf duas vezes, Walters, Adam e N'Zonzi transformaram em 45 minutos o sonho de um belo último jogo em história de terror. Mesmo assim, Gerrard ainda conseguiu colocar um pitaco de magia ao descontar para o Liverpool. Seria sua última imagem.

Era uma vez, porém, um jogador inglês chamado Peter Crouch. Famoso, conhecido por todos, inclusive bastante pelos adversários, o gigante de 2m01 e dança horripilante, fez questão de entrar no conto como o mais terrível ogro. De cabeça, aos 41 minutos da etapa final, marcou o sexto gol do Stoke e decretou o placar final: 6 a 1.

Naquele dia, os deuses do futebol se levantaram contra os ingleses que vestissem a camisa do Stoke. Desde então, lá se foram 56 jogos pela Premier League e nenhum outro jogador nascido em território inglês voltou a marcar pelo time.

Escoceses, espanhóis, galeses, senegaleses, franceses, holandeses, austríacos. Os outros têm resolvido.

Na terça-feira, os Potters tiveram justamente o Liverpool pela frente na tradicional rodada pós-Natal. Decidiram, pela primeira vez desde agosto, escalar novamente Crouch como titular. Claramente era uma tentativa de quebrar o feitiço.

Não deu certo, e o único gol marcado pelo time na derrota por 4 a 1 foi marcado pelo irlandês Walters, que também marcara no amaldiçoado encontro de 2015.

Nenhum clube sofreu tanto com esse tipo de maldição como o Arsenal, que ficou incríveis 97 jogos pela Premier League ser ter um jogador inglês na súmula entre os marcadores. Theo Walcott foi o responsável pela quebra do encanto em fevereiro de 2008 diante do Birmingham.

Enquanto isso, o vento que sopra do Radial Park nos arredores do Brittania Stadium sussurra nos ouvidos dos jogadores ingleses do Stoke... "Nevermore".

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Veja os gols da vitória do Stoke City sobre o Liverpool por 6 a 1

De Shaq x Kobe a Lebron x Curry, as maravilhosas histórias do Natal na NBA

Gustavo Hofman

Opções de filmes não faltam. Desde o pequeno Kevin sendo deixado para trás em casa, passando pelo assustador Grinch, a simpática Rudolph, o estranho Jack, os simpáticos Muppets, entre outros, até chegar no impagável rockeiro interpretado por Bill Nighy em Simplesmente Amor. Durante o 25 de dezembro os canais de televisão são tomados por produções natalinas.

Houve um tempo, não muito distante, em que internet era uma palavra desconhecida e televisão a cabo um sonho distante. Nessa época, se você não estivesse na rua se divertindo com os amigos e os novos brinquedos, fatalmente assistiria um desses filmes de Natal. Pois seus problemas acabaram (e já faz tempo)!

Desde 1947, logo em sua segunda temporada, a NBA resolveu agraciar os fãs do jogo com uma rodada natalina. O bom velhinho, depois de entregar os presentes a todas crianças que se comportaram durante o ano, tira as botas, deixa as renas descansando e liga a TV na ESPN e na ESPN+. No próximo domingo, serão cinco transmissões para o fã de esportes, incluindo o velho Noel.

Naturalmente, o Natal tem suas próprias estatísticas no universo norte-americano dos esportes. E ótimas lembranças também.

Como por exemplo as festas de 1990. O Chicago Bulls, de Michael Jordan, ainda não tinha sido campeão. Pelo contrário, nas duas temporadas anteriores fora derrotado nos playoffs pelo Detroit Pistons. A rivalidade com os bad boys já era enorme, e havia rumores que Phil Jackson poderia deixar o comando dos Bulls. Em noite espetacular do camisa 23, que anotou 37 pontos, Chicago venceu e permitiu que a história seguisse seu rumo.

Há pouco mais de dez anos, em 25 de dezembro de 2004, Miami Heat e Los Angeles Lakers protagonizaram confronto histórico. Foi a primeira partida de Shaquille O'Neal contra Kobe Bryant e também o retorno do pivô a LA após ser trocado pelo time da Califórnia. O frio cumprimento antes da bola subir, uma falta mais forte de Shaq durante o jogo, 42 pontos de Kobe e vitória do Heat na prorrogação.

Mais recentemente, no ano passado, houve a tradicional reedição da decisão da temporada anterior. Com 27 vitórias em 28 partidas até então, o Golden State Warriors superou o Cleveland Cavaliers por 89 a 83.

Para este domingo temos boas histórias mais uma vez. Em San Antonio, pelos Bulls contra os Spurs, Dwyane Wade entrará em quadra pela 12a vez na carreira no Natal. Nenhum jogador em atividade o supera nesse quesito.

Já Carmelo Anthony, no jogo entre New York Knicks e Boston Celtics, tentará repetir as grandes atuações natalinas. Sempre marcou ao menos 30 pontos em cada um dos quatro compromissos que teve, mantendo média de 34.3 pontos por partida. Considerando apenas atletas que já atuaram ao menos duas vezes no Natal da NBA, ele perde apenas para Tracy McGrady com 43.3 pontos por jogo.

ESPN
Crava, Papai Noel!
Crava, Papai Noel!

Russel Westbrook, por sua vez, buscará o segundo triple-double de Natal na carreira. Em 2013, contra os Knicks, anotou 14 pontos, pegou 13 rebotes e distribuiu 10 assistências durante 29 minutos na vitória do Oklahoma City Thunder por 123 a 94. Ele se tornou apenas o quinta na história da liga a atingir a marca, após Lebron James (2010), Billy Cunningham (1970), John Havlicek (1967) e a lenda Oscar Robertson (quatro vezes).

Quem não gosta muito de Natal é Stephen Curry. O jogador dos Warriors já disputou cinco partidas natalinas e tem média de apenas 11.2 pontos, com míseros 28% de aproveitamento nos arremessos. O desempenho tem sido tão sofrível, que ele tem bem mais erros cometidos (17) do que bolas de três (4). Ainda, sequer, passou da marca de 20 pontos em 25 de dezembro.

Entre os times, uma novidade: pela primeira vez o Minnesota Timberwolves vai jogar em 25 de dezembro. Sinal que o Papai Noel, após reservar Andrew Wiggins e Karl-Anthony Towns nos últimos anos para o time, além do técnico Tom Thibodeau, tem sido bastante bondoso com Mineápolis.

E olha que em 2015 eles abdicaram do Natal! Após escolherem o ala-pivô Rakeem Christmas, de Syracuse, o trocaram com o Indiana Pacers.

No confronto de estilos entre Bayern e Darmstadt, coube a Douglas Costa desequilibrar

Gustavo Hofman
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Alemão: Melhores momentos de Darmstadt 0 x 1 Bayern de Munique 

Pela primeira vez na história da Bundesliga, duas rodadas consecutivas colocaram frente a frente líder e lanterna da competição. No final de semana passado, o Ingolstadt surpreendeu o RB Leipzig e venceu por 1 a 0. Neste domingo, o Darmstadt tentava repetir o feito, e se preparou muito bem para a partida contra o Bayern Munique.

Jogando em um 4-4-2 extremamente compacto e muito organizado, fez jogo duríssimo contra o gigante da Baviera. As linhas de marcação estavam sempre muito bem posicionadas, graças à enorme disciplina dos jogadores. Quando recuperava a bola, tinha muita velocidade na transição para o ataque e em poucos toques chegava na grande área adversária. Dessa forma, criou algumas oportunidades para marcar e por pouco não conseguiu.

Foi um confronto de estilos. Enquanto isso o Bayern se propunha a ficar com a bola nos pés e atacar. Novamente no 4-3-3, os bávaros tiveram um lado esquerdo muito forte com Thiago, Douglas Costa e David Alaba e pouquíssima amplitude com Arturo Vidal, Thomas Müller e Rafinha pela direita. A proposta do Darmstadt era mais eficiente.

ESPN
4-3-3 do Bayern contra o Darmstadt teve o lado esquerdo muito forte
4-3-3 do Bayern contra o Darmstadt teve o lado esquerdo muito forte

Depois de um primeiro tempo bastante equilibrado, os visitantes tomaram ainda mais a iniciativa de atacar na segunda etapa, contra um adversário que fisicamente já não conseguia contra-atacar com a mesma eficiência. No entanto, sem perder a compactação defensiva, o Darmstadt conseguia segurar o Bayern com muita disciplina tática.

Carlo Ancelotti demorou para mudar o time, mas quando finalmente fez tirou Vidal e colocou em campo Franck Ribéry. Assumiu o 4-2-3-1 com Müller centralizado, posicionando-se como um segundo atacante em diversos momentos - algo que ele já fazia no 4-3-3. A posse de bola, que era pouco efetiva no último terço de campo, se tornou mais dominante próxima à grande área do Darmstadt (terminou com 73,2%). Mesmo assim, o jogo seguia muito difícil.

Foi quando o talento de Douglas Costa quebrou a tática praticamente perfeita do adversário. Em chute de extrema felicidade, o atacante brasileiro marcou um golaço. Um dos gols mais bonitos de 2016.

Trata-se de um Bayern que não domina a Bundesliga como em temporadas anteriores. Na próxima rodada, encara o RB Leipzig empatado em pontos, mas à frente do caçula da competição nos critérios de desempate. As críticas ao 4-3-3 de Ancelotti seguem, principalmente pela péssima forma de Thomas Müller.

Naturalmente vai disputar o título do Campeonato Alemão, mas precisa evoluir para se colocar fortemente na briga pela Champions League.

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