O curioso caso de Diego Costa

Gustavo Hofman

Getty
Diego Costa fala no celular durante treino com a seleção da Espanha
Diego Costa fala no celular durante treino com a seleção da Espanha

O imbróglio envolvendo Diego Costa e o Chelsea é surreal. Afinal, o atacante de 28 anos foi decisivo no título dos Blues na temporada passada, ao marcar 20 gols e dar sete assistências em 35 jogos na Premier League. Mesmo assim, foi descartado por Antonio Conte.

Em 14 de janeiro, Diego ficou fora do jogo contra o Leicester, afastado pelo treinador italiano. O jogador reclamava de dores nas costas, mas o departamente médico do clube não estava convencido sobre as reclamações, e Conte ficou ao lado dos médicos. Isso gerou a discussão entre os dois, em meio às especulações de que o Chelsea teria uma proposta de 90 milhões de euros do Tianjin Quanjian pelo atleta. No final, ele permaneceu e foi reintegrado. Oficialmente, Stamford Bridge não discute questões disciplinares publicamente.

Já em 7 de junho, após o amistoso da Espanha com a Colômbia, empate em 2 a 2, o jogador declarou para repórteres que Antonio Conte lhe mandou uma mensagem de celular, avisando que estava fora dos planos para a próxima temporada. De acordo com o jornal As, as exatas palavras escritas foram: "Olá, Diego, espero que você esteja bem. Obrigado pela temporada que passamos juntos. Boa sorte no próximo ano, mas você não está no meu plano". A partir daí, a confusão apenas aumentou.

O jogador recebeu autorização do clube para estender as férias em julho, mas teria que se apresentar posteriormente. O Atlético de Madrid demonstrou interesse na contratação e um negócio ficou próximo de acontecer, com ele indo para o Milan até o final do ano e se transferindo para a Espanha em janeiro de 2018, quando o Atleti estará liberado novamente pela Fifa para registrar novos atletas. Os valores oferecidos pelos espanhóis não chegaram perto do que os ingleses queriam e a situação permanece estagnada.

Nesta semana, o Chelsea multou o jogador em duas semanas de salários (300 mil libras) e teria estabelecido quatro demandas, de acordo com o ESPN FC: retorno à Inglaterra, volta aos treinos, recuperação do condicionamento físico e disponibilidade para os jogos. Diego, que está em Lagarto-SE, sua terra natal, afirma que o Chelsea quer que ele treine separadamente do elenco principal. Em recente entrevista ao Daily Mail, comentou a situação.

"Estou esperando o Chelsea me deixar livre. Eu não queria sair, estava feliz. Quando o treinador não te quer, você tem que ir. Se você perguntar isso aos meus companheiros, todos vão concordar. Eles me mandaram mensagens dizendo que sentem minha falta e que me amam. (...) Em janeiro as coisas aconteceram com o treinador. Eu estava prestes a renovar meu contrato e eles frearam isso. Eu suspeito que o treinador esteve por trás disso. Ele pediu para que isso acontecesse. Suas ideias eram muito claras. Vi o tipo de pessoa que ele é. Ele tem a própria opinião e não vai mudar. (...) Eu o respeito como técnico. Ele tem feito um bom trabalho e posso ver isso, mas não como pessoa. Ele não é um treinador muito próximo dos jogadores. Ele é muito distante, não possui carisma".

Ricardo Cardoso, advogado e representante legal do jogador, concedeu entrevista à agência EFE e comentou os aspectos legais de toda essa confusão, naturalmente defendendo seu cliente. "Esse comportamento discriminatório torna impossível o retorno de Diego Costa ao Chelsea, enquanto o treinador for Antonio Conte, não existindo nenhuma condição para que possa seguir jogando no Chelsea, o que já foi transmitido em várias ocasiões aos responsáveis. Atualmente ele não admite jogar em outro clube que não seja o Atlétido de Madrid, clube onde teve êxito esportivo, mas acima de tudo onde foi respeitado e considerado por todos, inclusive quando se transferiu para o Chelsea". O clube, hoje em dia, afirma que comunicou sobre a decisão de não continuar com Diego Costa em janeiro ao representante do atleta.

O blog ouviu o advogado João Henrique Chiminazzo, especialista em direito esportivo e que cuida de vários imbróglios semelhantes no Brasil, acerca da situação envolvendo Diego Costa e o Chelsea. "É difícil julgar se há certo ou errado, mas pelo que foi divulgado, o clube disse claramente que não queira contar com o jogador. Partindo desta premissa, pode-se dizer que o clube agiu em desacordo com o princípio da estabilidade contratual pregado pela Fifa. Embora seja importante frisar que o atleta também não poderia se negar a se reapresentar no clube, mas isso não autoriza a multa aplicada", garante.

Então há assédio moral por parte do clube? Mas e o jogador, não está abandonando o trabalho? "A postura do Chelsea é exemplo claro de assédio moral. Primeiro disse que não iria contar com o jogador e depois afirma que o atleta irá treinar separado. Essa atitude caracteriza o assédio moral, pois tenta impor ao atleta condição desfavorável, estimulando que o atleta peça a rescisão contratual. Difícil falar de abandono de trabalho, uma vez que o clube afirmou não querer contar com o atleta", analisa Chiminazzo. "Acho difícil o atleta perder toda a temporada. O clube já disse publicamente que não quer contar com ele. Se a disputa for à Fifa, fatalmente o atleta conseguirá atuar em outra equipe".

Está evidente que tudo foi pessimamente conduzido pelos envolvidos. Chegou-se a uma situação de desvalorização do jogador e desgaste do clube, além do treinador. A decisão de Antonio Conte é muito mais disciplinar do que técnica, apesar de não descartar o segundo item. Entre Diego Costa, Michy Batshuayi e Álvaro Morata, fico com a primeira opção.

Luan tem futebol para jogar em uma liga forte da Europa, mas não pode perder a oportunidade russa

Gustavo Hofman

Gazeta Press
Luan, no empate entre Grêmio e Cruzeiro no Mineirão pelo Brasileiro
Luan, no empate entre Grêmio e Cruzeiro no Mineirão pelo Brasileiro

O atual campeão russo não começou bem a temporada. Após quebrar jejum de 16 anos sem o título nacional, o Spartak Moscou sonha em conquistar o bicampeonato, só que o cenário não é tão favorável. Sem nenhuma grande contratação, viu o rival Zenit São Petersburgo movimentar o mercado e ficar ainda mais forte.

A prova concreta disso veio no último final de semana com a goleada sofrida por 5 a 1, fora de casa. Enquanto Roberto Mancini troca argentinos por brasileiros na cidade dos czares, o treinador italiano Massimo Carrera busca justamente no Brasil sua nova estrela.

Se concretizada a negociação, Luan se tornará o primeiro reforço de peso do Spartak nesta temporada. Até aqui o clube investiu um milhão de euros no jovem lateral Georgi Tigiev, ex-Anzhi Makhachkala, acertou o empréstimo do meio-campista crota Mario Pasalic, que jogava no Milan cedido pelo Chelsea, e contratou a custo zero o lateral-direito sérvio Marko Petkovic, ex-Estrela Vermelha.

Carrera escala o time no 4-4-2 com dois brasileiros na formação inicial: Fernando, ex-Grêmio e Sampdoria, é um dos meio-campistas centralizados e Luiz Adriano, um dos dois atacantes. A história com o Brasil já rendeu nomes com passagens marcantes pelo clube, como Alex (ex-Guarani e Internacional) e Welliton (ex-Goiás), mas houve também Alexandre Lopes (os corintianos se lembram...).

Taticamente, se o esquema for mantido, Luan teria dois cenários para jogar: aberto pelos lados, com a necessidade de fazer a recomposição defensiva na segunda linha - só que pela direita, já que na esquerda Quincy Promes tem sido o melhor do time; como segundo atacante/meia central, próximo de Luiz Adriano - acho mais provável e certamente teria rendimento melhor.

Financeiramente, não dá para recusar uma proposta superior a 20 milhões de euros (70% para o Grêmio) por um jogador de 24 anos, cujo contrato termina no ano que vem. Isso vale para os dois lados, clube e atleta: no caso gremista, por pior que isso seja para a sequência de uma temporada tão boa e com perspectiva de título(s); E para Luan, que não sabe se terá outra oportunidade tão lucrativa quanto essa.

Esportivamente, trata-se de mudança para uma liga que não está entre as melhores da Europa. O Campeonato Russo faz parte do segundo escalão no continente e, inclusive, já esteve melhor. Na década passada os investimentos eram maiores e os times melhores, com boas participações em competições continentais - CSKA Moscou e Zenit venceram a Liga Europa em 2005 e 2008, respectivamente. Nesta década as grandes contratações diminuíram e o nível do torneio caiu.

Em termos de estrutura, vai encontrar as melhores condições possíveis de treinamento, sem dúvida alguma. Atuará na Otkrytie Arena, um dos palcos da Copa do Mundo de 2018 e belíssimo estádio. Aliás, o Mundial é algo que, certamente, está no radar de Luan.

Nesse caso específico, não vai se prejudicar muito. Tite afirma para todos atletas que o mais importante é estarem jogando bem pelos seus clubes. Como Luan já faz parte da lista de atacantes observados pela comissão técnica, caberá a ele subir o nível para conseguir mais convocações - não é uma figura frequente. De maneira alguma ficará escondido e ainda terá seis jogos da fase de grupos da Liga dos Campeões para "aparecer".

Acredito, sinceramente, que Luan tem futebol para jogar em uma das cinco grandes ligas europeias - Inglaterra, Alemanha, Espanha, Itália e França. No entanto, as propostas que chegaram desses centros ao Grêmio não alcançaram o valor oferecido pelos russos, e quanto a isso não há muito o que fazer.  Apenas compreender a realidade.

PSG, Brasil... Uma bela história de amor

Gustavo Hofman

PSG
Raí e Ronaldinho se tornaram ídolos da equipe parisiense
Raí e Ronaldinho se tornaram ídolos da equipe parisiense

A loja do Paris Saint-Germain na avenida Champs-Élysées já ostentava na quarta-feira, em sua faixada, a nova campanha de marketing do clube. "Play Paris" é o slogan, e logo abaixo o texto destacava a histórica ligação com o Brasil.

Daniel Alves, Thiago Silva, Marquinhos e Lucas são os brasileiros do time atual, fora Thiago Motta, nascido em São Bernardo do Campo e naturalizado italiano. Neymar será o próximo representante.


Trata-se de uma belíssima parceria. Em 47 anos, o PSG já contou com 32 jogadores brasileiros em seus elencos.

A memória recente destaca Raí. Depois de brilhar pelo São Paulo, se transferiu para o PSG em 1993 e ficou cinco anos na capital francesa. Virou ídolo, conquistou uma Recopa europeia, um Campeonato Francês e duas Copas da França, além de enorme carinho da torcica parisiense.

Isso já depois da chegada de Valdo. O talentoso meia da Seleção Brasileira na década de 1990 encantava os franceses desde 91.

A sequência de meias brasileiros prosseguiu com Leonardo na temporada 1996-97, mas tudo mudou radicalmente com Ronaldinho Gaúcho. O futuro melhor do mundo hipnotizou Paris com seus dribles e se tornou a estrela maior da Cidade Luz. Tudo isso em apenas duas temporadas entre 2001 e 2003.

PSG
Leonardo foi meia e depois dirigente do PSG
Leonardo foi meia e depois dirigente do PSG

Só que alguns, antes de todos esses, pavimentaram a estrada transoceânica: Abel Braga foi jogador do PSG de 1979 a 81; Joel, tricampeão mundial com a Seleção, esteve na temporada 1971-1972; Geraldão passou por lá no início dos anos 1990; e Ricardo Gomes colocou seu nome na história do clube com toda classe apresentada entre 1991 e 95.

O volume, porém, aumentou mesmo depois do sucesso dos meias clássicos, que abriram as portas de Paris para o futebol brasileiro. 

Adaílton, Alex, Alex Dias, Aloísio Chulapa, André Luiz, Ceará, César, Christian, Edmilson, Éverton Santos, Nenê, Paulo César, Reinaldo, Souza, Vampeta, até os recém saídos do clube, David Luiz e Maxwell.

PSG
Nenê era a estrela do PSG antes da chegada dos investidores catarianos
Nenê era a estrela do PSG antes da chegada dos investidores catarianos

Neymar tem qualidade para superar todos, inclusive Raí e Ronaldinho. Faz com que o patamar do time mude e sabe que vai carregar nas costas a pressão por ser o jogador mais caro da história.

Neymar chega para ganhar a Champions League e ser o melhor jogador da história do Paris Saint-Germain.

Freddy Adu, agora, vira 'piada' na Polônia

Gustavo Hofman
Divulgação
Pelo Bahia, Freddy Adu pouco fez
Pelo Bahia, Freddy Adu pouco fez

A história já é bem conhecida. De maior promessa do futebol nos Estados Unidos à maior decepção, Freddy Adu é um caso clássico do futebol. Aos 28 anos, ele segue tentando jogar, e seu próximo clube pode ser na Polônia, mesmo com toda descrença do treinador.

Adu vai realizar exames médicos no Sandecja Nowy Sacz, clube recém-promovido para a primeira divisão polonesa, e se for aprovado assinará contrato para período de testes. Só que o técnico da equipe, Radoslaw Mroczkowski, ficou irritado com a indicação da diretoria.

"É uma piada. Eu li na imprensa sobre esse negócio. Perguntei ao diretor esportivo por que ele não me contou. Depois ele me mandou mensagem avisando que haveria um jogador em período de testes. Todos sabiam, o marketing, o administrativo, só o treinador que não", vociferou o professor Mroczkowski em entrevista ao site Sportowefakty.pl.

Posteriormente, o clube divulgou um comunicado garantindo que vai tomar a decisão sobre Freddy Adu após os exames. Mesmo assim, a indignação de quem vai escalá-lo (ou não) continuou: "Seja lá quem o convidou que vá treiná-lo! Qual é o objetivo em ter um jogador assim? O CEO disse que é marketing".

São 13 clubes em oito países ao longo da carreira. Muitas decepções e raríssimos momentos de destaque, como no início da carreira e a transferência para o Benfica, além de relativa regularidade que obteve jogando pelo Philadelphia Union entre 2011 e 2013.

Vale lembrar que, aos 14 anos, ele foi a primeira escolha mais jovem da história do draft da MLS em 2004 pelo DC United. Tornou-se, também, o mais jovem norte-americano a assinar um contrato profissional nas grandes ligas em 115 anos, desde Fred Chapman em 1887 com o Philadelphia Athletics no beisebol.

Passou pelo Bahia e não deixou saudades, como relata o comentarista Elton Serra. "Freddy Adu foi um dos maiores fiascos da história recente do Bahia. Contratado junto ao Philadelphia Union, em 2013, numa negociação que envolveu a cessão do volante Kleberson ao time norte-americano, a eterna promessa fez apenas seis jogos com a camisa tricolor, apenas um como titular, num total de 150 minutos em campo. Além de ter se apaixonado pelo refrigerante de guaraná, algo que nunca havia experimentado, Adu levou do Bahia a bagatela de R$ 900 mil na justiça, referentes a salários não pagos, férias, FGTS e rescisão contratual. Sem apresentar um futebol minimamente competitivo, deixou um enorme prejuízo técnico e financeiro para o clube baiano".

Desde que ele foi dispensado pelo Tampa Bay Rowdies, da NASL, em 2016, não encontrou outro clube. É bem evidente que o garoto nascido em Gana, que mudou para os Estados Unidos aos oito anos com a família, vive da fama antiga para seguir como jogador. Ao que parece, porém, os frutos da fama estão acabando.

Prepare-se para a terceira fase preliminar da Liga Europa com o livro de história nas mãos

Gustavo Hofman

Divulgação
Zé Elias nos tempos em que perambulava pelos gramados austríacos
Zé Elias nos tempos em que perambulava pelos gramados austríacos

São incontáveis as boas histórias presentes na disputa da terceira fase preliminar da Liga Europa. Esportivamente falando, apenas, já temos a presença de clubes conhecidos e campeões continentais, mas se olharmos além do campo, passearemos pela história do continente.

Começando pelo país da próxima Copa do Mundo, a Rússia, que envia o Krasnodar como representante. Trata-se de um clube muito novo, fundado em 2008, mas que ajuda a entender o processo de mudança do futebol local nas últimas décadas. Desde o fim da URSS e muito sob o governo de Vladimir Putin, os oligarcas russos têm entrado no futebol. Quem manda no Krasnodar é Sergey Galitskiy, jovem bilionário, proprietário de uma das maiores redes de supermercados do país (saiba mais).

Já o Shkëndija, da Macedônia, tem sua história ligada à resistências dos albaneses em território iugoslavo. O clube foi fundado em 1979 por albaneses da cidade de Tetovo como um símbolo para a comunidade albanesa poder se unir contra os opressosres iugoslavos. Com o sucesso do time nas divisões menores e o aumento da popularidade entre os albaneses da Iugoslávia, o governo decidiu banir o clube, que foi reorganizado com a independência da Macedônia. 


Da Polônia vem o Arka Gdynia, ou melhor, da Pomerânia. Trata-se de uma região histórica localizada no norte da Alemanha e da Polônia, banhada pelo Mar Báltico. Por causa das origens em Gdynia, sua torcida se espalha por todo território pomerano.

Na área esportiva, temos a presença de clubes com boas histórias também. Como o Aberdeen, extremamente tradicional representante escocês, campeão da Recopa e a Supercopa europeia em 1982-83, e onde Alex Ferguson começou a brilhar. De lá ele partiu para o comando da seleção escocesa e, na sequência, para Old Trafford.

Já o pequeno Videoton, da Hungria, conta no currículo com uma histórica decisão da própria Liga Europa, mas na época em que se chama Copa da Uefa. Em 1985, desafiou o Real Madrid e levou 3 a 0 na partida de ida, em território húngaro. Na volta, mesmo sem ficar acom a taça, conseguiu a proeza de derrotar os merengues em pleno Santiago Bernabéu por 1 a 0. Hoje em dia conta com o zagueiro brasileiro Paulo Viníciu, formado na base do São Paulo, desde 2011 - ele é naturalizado e defende a seleção do país.


Há ainda o Freiburg, que mesmo com orçamento bem inferior ao de Schalke, Borussia Mönchengladbach, Wolfsburg e outros, conseguiu entrar nas fases preliminares da Liga Europa. Tentará, agora, jogar a fase de grupos pela segunda vez em sua história. 

Na Suécia, o Östersunds mantém acordo com o Governo da Líbia para desenvolvimento de jovens jogadores; O Universitatea Craiova, que encara o Milan, tem um brasileiro no elenco, que conversou inclusive com o Leonardo Bertozzi; O Hajduk Split, gigante croata, tem a principal organizada chamada de Torcida, por causa de torcedores croatas que acompanharam a Copa do Mundo de 1950 no Brasil e levaram o nome à Croácia.

E da Áustria a história curiosa que envolve um funcionário da ESPN. Na temporada 2008-09, Zé Elias recebeu um convite para deixar a aposentadoria e voltar a jogar... pelo Rheindorf Altach. Ele aceitou, jogou como centroavante e o time caiu. Oito anos depois, mas ainda com o mesmo diretor esportivo, Christoph Längle, que levou o Zé, buscará pela segunda vez os playoffs e, quem sabe, jogar de maneira inédita a fase de grupos da Liga Europa.

PSV-HOL x Osijek-CRO

Trakai-LIT x Shkëndija-MAC
Krasnodar-RUS x Lyngby-DIN
Sturm Graz-AUT x Fenerbahçe-TUR
Panathinaikos-GRE x Qabala-AZE
Mladá Boleslav-TCH x Skënderbeu Korçë-ALB
Austria Viena-AUT x AEL Limassol-CPR
Dinamo Zagreb-CRO x Odd-NOR
Dinamo Bucareste-ROM x Athletic x Bilbao
Olimpik Donestk-UCR x PAOK-GRE
Arka Gdynia-POL x Midtjylland-DIN
Östersund-SUE x Fola Esch-LUX
Bordeaux-FRA x Videoton-HUN
Maccabi Tel Aviv-ISR x Panionios-GRE
Utrecht-HOL x Lech Poznán-POL
Universitatea Craiova-ROM x Milan-ITA
Brondby-DIN x Hajduk Split-CRO
Gent-BEL x Rheindorf Altach-AUT
Astra Giurgiu-ROM x Oleksandriya-UCR
Everton-ING x Ruzomberok-ESQ
Aberdeen-ESC x Apollon Limassol-CPR
Estrela Vermelha-SER x Sparta Praga-TCH
Botev Plovdiv-BUL x Marítimo-POR
Bnei Yehuda-ISR x Zenit São Petersburgo-RUS
Olympique de Marselha-FRA x Oostende-BEL
Freiburg-ALE x Domzale-ESL
AEK Larnaca-CPR x Dinamo Minsk-BLR
AIK-SUE x Braga-POR
Suduva Marijampole-LIT x Sion-SUI

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