Comemorar ou não comemorar? Eis a questão no Palmeiras...

Eduardo de Meneses, blogueiro do espn.com.br
A semana começa no Palmeiras com uma grande possibilidade de retorno para a série A do campeonato brasileiro. Depois de fazer uma boa campanha, o elenco do verdão pode fazer a festa diante do São Caetano, jogo que acontece neste sábado, no Pacaembu.

A torcida promete lotar o estádio para comemorar o resgate do orgulho de ser palmeirense. Notem que falamos apenas do elenco e da torcida mas e a diretoria? Bom, a diretoria do Palmeiras não prepara nenhuma festa especial para celebrar o acesso e também quer uma comemoração mais contida para o título da série B, o segundo do clube em toda a história.

Ao contrário do que ocorreu em 2003, nenhuma festa vai acontecer, camisas não serão produzidas destacando o retorno, a ordem é seguir a rotina. Levantando a taça, uma volta olímpica e fim de papo. Para os diretores, a volta para a série A e o título fazem parte de um pacote da obrigação do elenco e não motivo para uma grande festa.

O que pensa o torcedor do Palmeiras? Você é a favor de comemoração especial ou concorda com a diretoria?.

Comemorar ou não comemorar? Eis a questão...

 

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Gazeta Press
Wesley (dir) é abraçado pelos companheiros após marcar o segundo do Palmeiras sobre o Sport
Wesley (dir) é abraçado pelos companheiros após marcar o segundo do Palmeiras sobre o Sport

Menta, um técnico em busca do gol

Eduardo de Meneses, blogueiro do espn.com.br
A Copa do Brasil sub-17 é atração nos canais ESPN. Competição cheia de boas histórias com jogadores e treinadores em busca de um sonho: virar realidade no futebol brasileiro.

O time sub-17 do São Paulo é muito ofensivo, com vocação para marcar muitos gols e sob o comando do técnico Menta. A nossa equipe de reportagem teve a oportunidade de conversar com o treinador. Era uma manhã de segunda-feira e Menta trabalhava ao lado de alguns auxiliares.

Ex-jogador da década de 90, com passagem pelo São Paulo na era do técnico Telê Santana, Menta atuava como zagueiro. Era jovem, estava relacionado para o Mundial de clubes de 1992 mas ficou pelo caminho na escolha de Telê Santana. Ele revela que aprendeu muito com isso e passa estes ensinamentos para os jovens que comanda.

Um ex-zagueiro que não para de gritar para o time buscar o ataque, não gosta de firulas e malandragens como trocar a possibilidade de marcar um gol para "cavar" uma cobrança de pênalti.

Acompanhem a matéria exibida nos canais ESPN....

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Veja a reportagem de Eduardo de Meneses, sobre a ofensividade do São Paulo Sub-17 e o técnico Menta!

Macedo, pai e empresário

Eduardo de Meneses, blogueiro do espn.com.br
Estou na cobertura da Copa do Brasil sub-17 pelos canais ESPN. Uma competição cheia de talentos e com boas histórias. Quem não se lembra do Macedo, ex- jogador de São Paulo, Santos e tantos clubes? Agora, ele já encerrou a carreira mas segue com um sonho: recuperar o tempo perdido. Para isso tem um aliado, Lucas Macedo, filho do ex-jogador e que atua no Palmeiras sub-17.

Tive a oportunidade de encontrar Macedo e o filho em uma manhã fria, durante a semana, no Centro de Treinamentos das categorias de base do Palmeiras, em Guarulhos. Contei esta história na matéria que segue abaixo.

Macedo veio da cidade de Americana, cerca de 120 km de distância de São Paulo, até o CT do Palmeiras para participar da entrevista. Chegou antes do horário combinado, estava ansioso e feliz pela oportunidade de falar do filho e de como tenta reconstruir sua história depois de tantos deslizes como dinheiro gasto de maneira errada e um tempo perdido na fama que resultou de seu talento no futebol.

Macedo, pai, empresário e alguem em busca de um futuro melhor para ele e para o filho, Lucas Macedo. Acompanhem a matéria...

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Lucas, filho do ex-jogador Macedo, é arma do Palmeiras na Copa do Brasil Sub-17; veja a matéria!

Promessa ou realidade? A vida de Kaique, aposta do futebol de base do Corinthians

Eduardo de Meneses, blogueiro do espn.com.br
De onde vem o novo craque do seu time? Qual a grande aposta nas categorias de base do seu clube? As respostas vão chegar com as competições que os canais ESPN estão acompanhando ao longo das programações.
A Copa do Brasil sub-17 já é nossa atração. Por isso, estamos produzindo matérias especiais, contando um pouco da rotina destes jovens talentos.

A primeira história contada foi a de Kaique, aposta do Corinthians. Mesmo com pouca idade, ele mostra futebol de gente grande e tem muita desenvoltura.

Sempre acompanhado de assessores, o empresário e a mãe, Kaique passou uma manhã com nossa reportagem. Tratamento VIP no cabelereiro, na padaria e até no campinho de onde surgiu, no bairro do Rio Pequeno, em São Paulo.

Ele fala olhando para a câmera, tem personalidade, tratamento VIP, gente que aposta muito no sucesso dele e a pergunta que fica: isso ajuda ou atrapalha? Acompanhe a matéria feita para os canais ESPN. Promessa ou realidade?

Ao longo das próximas semanas vamos contar mais histórias dos jovens talentos do futebol brasileiro.

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Promessa do Sub-17 do Corinthians, Kaique é um dos destaque do time na Copa do Brasil da categoria!

Adriano Imperador no divã, 2ª edição

Eduardo de Meneses, blogueiro do espn.com.br
Amigos, escrevi este texto usando como base um post que fiz em março deste ano. Como aquele livro que completamos com atualizações em novas edições, chegou a hora de acompanhar: Adriano no Divã, 2ª edição.

Um jogador de 31 anos, 48 partidas e 27 gols com a camisa da seleção brasileira, uma participação em Copa do Mundo em 2006, currículo que registra passagens por Flamengo, Internazionale, Fiorentina, Parma, São Paulo, Roma e Corinthians, inúmeros títulos conquistados e fama de artilheiro com boa forma física para ajudar os times.

Como pode este mesmo jogador não ter clube para trabalhar? Resposta simples se o jogador for Adriano Imperador.

No começo do ano, Adriano decidiu ligar para diretores do Palmeiras, Botafogo, Vasco, Internacional e Santos. A idéia era deixar claro que ele se colocava a disposição para voltar a jogar futebol, fato que não acontece desde o mês de março do ano passado, com a camisa do Corinthians.

Entendo a busca de Adriano, ele querer voltar a jogar é algo importante mas precisamos saber se o desejo é reconstruir a carreira ou apenas ganhar dinheiro para não ter problemas econômicos no futuro.

Adriano ligou e recebeu muitas respostas negativas. Paga pela fama que ele mesmo construiu. Não me refiro aos motivos citados no inicio do texto mas ao fato de Adriano sempre estar envolvido em polêmicas, problemas extra-campo e faltas ao trabalho e treinamentos. Além disso, Adriano não joga com qualidade desde a conquista do campeonato brasileiro de 2009 pelo Flamengo e a disputa da Libertadores da América em 2010 pelo mesmo time carioca. As boas lembranças estão sempre em um passado distante. Junte tudo isso a uma falta de credibilidade com os clubes. Toda vez que alguém levanta o nome de Adriano, decide colocar cláusulas no contrato protegendo o clube das faltas e atrasos do jogador.

Não vou entrar no mérito se ele escolhe bem as amizades, cada um julga o que acha que é melhor para sua vida. O único problema é que antigamente, Adriano se garantia em campo mas fracassou nas últimas passagens por Roma, Corinthians e Flamengo, seu último clube que ele deixou no ano passado sem atuar sequer uma partida.

No começo do ano, ouvi de diretores do Palmeiras que o clube só negociaria com Adriano se ele estivesse bem fisica e psicologicamente. Esta dúvida deve pesar muito para o jogador, ou melhor, hoje um ex-jogador. Só não podemos esquecer que antes de tudo isso, tem um ser humano que precisa de ajuda mas o primeiro a aceitar e/ou pedir mudanças tem que ser o próprio Adriano.

O último capítulo desta triste tentativa de volta ao futebol aconteceu ontem, com o fim das negociações com o Internacional. O sonho ficou pelo caminho, não passou por exames médicos e alta pedida salarial.

"Quem convive ou já esteve ao lado de Adriano sabe que ele só faz mal para ele mesmo, não prejudica os outros, não atrapalha os outros jogadores. Eu tenho medo do futuro dele, de algo trágico acontecer como ocorreu com o Almir Pernambuquinho (morto após uma confusão na porta de um bar)", frases de um diretor de futebol que já trabalhou com Adriano.

Torço para o Adriano voltar a ser um grande jogador. Técnica e talento ele tinha para fazer tudo o que foi citado também no inicio do texto, por isso, ganhou o apelido de Imperador mas quando refletimos, chegamos a conclusão de que as boas noticias de Adriano estão no passado, misturadas com algumas confusões. O presente mostra que aquele "atacante-solução" virou problema. O futuro ele pode construir de uma maneira diferente para o ser humano e jogador de futebol, só depende dele....Será que ele ainda merece uma chance?


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Getty/Arte/ESPN
Era uma vez uma Imperador chamado Adriano...Será que volta?
Era uma vez uma Imperador chamado Adriano...Será que volta?
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